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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Internet: Um circo de horrores

 
{UPDATE!
A versão postada aqui, é uma versão mais simples. Apenas com a parte inicial. Mas como a galera achou pouco, vejam o vídeo todo então ^^: www.putridsexobject.com}
  E aí galera, beleza?
 
     Inicialmente, eu gostaria de deixar claro que as palavras e advertências a seguir são minhas. Eu, Augusto Victor, vi algo que pode fazer até os usuários mais sangue-frios vomitarem.

     Lá estava eu, utilizando uma rede social como qualquer outro ser humano, e me deparo com um link vindo de meu colega. O link para um vídeo. Aliás, não "um vídeo", e sim, "o vídeo".
     E como de costume, já que frequentemente via material " pesado'' por meio destes link's, cliquei.( OH GOD WHY) E foi neste momento, que me arrependi.

     O vídeo, que começa com algo semelhante (de certa forma) ao 'obedece a la morsa', toma um rumo que me deixou tremendo. Sem exagero. Eu declaro que aquilo é a pior coisa que eu já vi na internet. A PIOR!

      Ainda neste ponto da postagem, eu me pergunto se devo postar o link. Por que deveria?
      Mas quando penso melhor, vejo que o título 'Estranho Universo' se adapta perfeitamente na situação.  E os leitores deste incrível blog estão dispostos a ver aquilo.Mas antes do link, vamos deixar claro:

*Certifique-se de que não sera flagrado assistindo. Isto chocaria sua família/Amigos/Mulher/Homem.

*Certifique-se de usar a navegação anônima. Por que, se por algum caso, as pessoas que moram com você assistirem aquilo, você será deserdado.

*Eu não estou obrigando ninguém a ver aquilo. Aliás, eu nem recomendo. SÓ CLIQUE SE VOCÊ FOR MUITO FORTE!

*Mantenha o balde a sua esquerda...

*Se não for ver, não clique. E se começar, veja até o final.

O site original do vídeo já se foi da internet, mas alguns domínios ainda o tem. E bem, eis o link: http://www.bizarremag.com/news-and-videos/weird-videos/5902/putrid_sex_object.html

N/T: Esta versão só tem o mais básico de tudo. Vão encarar?




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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Abatedouro



"O que nos difere dos animas? Dos outros seres?". Alguns filósofos ocuparam-se de sua questão, algumas vezes, dedicando ensaios apenas a essa simples - porém, complexa - pergunta.

E convenhamos, nunca houveram tantas respostas que confundiram nossas cabeças: alguns apontam que o ser humano é o único animal capaz de racionalizar. Outros dizem que somos tal como os outros animais. Alguns falam que nós somos os únicos seres vivos capazes de manipular a natureza a nosso favor, enquanto outros apontam que o caos é o melhor e o único destino para a humanidade.

Entretanto, nenhuma dessas respostas são plausíveis. O que os difere é alo que chama-se "Esperança".

Um boi no abatedouro não sente esperança, pois não consegue entender o que está acontecendo lá - e  mesmo que soubesse o que estaria acontecendo, sua reação seria domada pelo instinto de auto-preservação, algo que não é a "esperança" propriamente dita.

Agora, um ser humano em um abatedouro é outra história.

Como pode-se perceber, apenas seres racionais puderam desenvolver e representar tal sentimento tão complexo para nossos amigos animais. Entretanto, podemos dizer que a esperança não se passa de algo que evoluiu a partir dos "instintos" de auto-preservação e que se funde com outras coisas: otimismo e determinação. A certeza de que algo irá acontecer, mesmo que as probabilidades sejam inferiores a 1%.

Tão estúpido.

Ver a esperança como algo bom é a grande ruína do humano. Você não entende como me sinto ao ouvir as pessoas falando sobre isso. Sobre nossa maldição.

Sim, nós somos amaldiçoados. Para ser mais exato, fomos criados e programados para sentir a esperança. Somos nada mais que alimento para outros seres... Seres de outro plano que  esperam ansiosamente pelo seu alimento. Desse ponto de vista, não somos tão diferentes de bois num abatedouro, não é?

Você já pode ter notado em seu grupo de amigos ou então ao decorrer da vida que existem vários tipos de pessoas e que cada uma pensa respectivamente de uma maneira diferente, correto? Errado. De um ponto de vista geral e simples, existem três tipos de maneiras de ver a vida, cada uma delas torna mais fácil diagnosticar quanta esperança nós temos - e dessa formas, os seres extra-planares saberão quem está pronto para... Como nós dizemos? Partir.

As pessoas que pensam no presente são as mais comuns. Geralmente, seu nível de esperança é estável e raramente interessam Eles. Podem ser comparados com vegetais que não madureceram ainda. Mais tarde ou mais cedo, acabam partindo sem que Eles tomassem algum esforço para tal, por isso, geralmente tomam uma visão do mundo previsível: vivendo uma vida boêmia, vazia ou lenta. Como não têm expectativas para o futuro - e a esperança está profundamente ligada a isso - suas alma são apenas aperitivos. Alguns que caíram nas drogas e em outros vícios ostentam de uma alma apodrecida que Eles não tem interesse, deixando-os para serem devorados por seres extra-planares de nível inferior.

A segunda visão de mundo é a que trata do passado. Os indivíduos que desistiram de um futuro melhor e que vivem tentando afogar-se em seus antigos amores, dias de glória e felicidades. No  geral, não aceitam o presente e suas esperanças em tentar recriar o passado são tão grandes que fecham-se em um mundo só deles, pouco a pouco perdendo a sanidade e perdendo a vontade de viver. Usando a metáfora do abatedouro, seriam os bois que perceberam o que acontecia, tentaram pular as cercas e, frustrados por não conseguirem, correram para o abatedouro para diminuir sua agonia. Suas almas são corroídas por dentro e partem sem demora. Entretanto, Eles não gostam delas: são fracos.

A terceira e última se trata do futuro. Eis aqui um dos poucos indivíduos que Eles consomem, que apenas os  Elevados desejam. Entretanto, nem todos que olham para o futuro possuem as almas que Eles desejam: os ambiciosos, que usaram os outros como degrau para atingir o objetivo tão almejado possuem a alma apodrecida por dentro e os que sempre olharam para o futuro com medo, possuem almas pequenas e covardes.

Por fim, só restaram as pessoas otimistas e virtuosas. As que possibilitam que a "safra" saia como Eles queiram.

Isso mesmo, os reais demônios são os que enchem os outros de esperança. Mas não os culpe - os otimistas fazem isso involuntariamente. É como uma bala dentro de um revólver. Ela é o que mata, mas não é considerada o agressor. Afinal, a intenção da bala é apenas ser ejetada. O que conta mesmo é a intenção de quem puxou o gatilho.

Como se cria um otimista? Primeiro, dê tudo o que ele deseja logo que nasce. Pode fazer isso dando fortunas e felicidade durante a infância ou a adolescência. É um processo muito longo que compensa no final. Depois, tire tudo isso dele. Tire o que ele considera mais importante em sua vida.

Ele estava apaixonado? Dê um fim trágico ao seu amante. Ele finalmente conseguiu dinheiro para a faculdade? Faça uma doença surgir em alguém de sua família para que ele use o dinheiro. Ele é feliz? Ponha em sua consciência motivos para se sentir triste.

Tudo isso para que, quando o evento-chave ocorrer, o indivíduo seja povoado pela esperança - e assim, passe a desejar um futuro melhor.

Ele transmitirá sua mensagem com empolgação aos outros indivíduos, os outros dirão "se ele conseguiu, eu consigo!" e estarão fadados a serem alimentados com a esperança. E a esperança é a importante ferramenta que desenvolve as virtudes, a benevolência e a pureza que Eles tanto gostam. A doçura da alma dos esperançosos supera todos os prazeres que uma vida terrena já pôde experimentar.

Conhece alguém assim? Algum otimista que, com empolgação e paixão fala de seu futuro? Fala sobre a luta por um objetivo? Para um sentido em sua vida?

Quando ver esse sujeito, evite que os planos deles se cumpram. Estraçalhe com suas palavras os sonhos dele. Negue suas expectativas. Use da razão e das probabilidades para impedir que sua palavra se prolifere - e assim, você poder salvar os outros.

Vão te chamar de "gelo-seco", de "coração-de-pedra" ou até mesmo de "insensível" ao fazer isso com os outros (especialmente com as crianças). Mas, no outro lado, eles irão te agradecer. Quando descobrirem a terrível verdade. Que não existe esperança. Não existe sanidade. Não existem humanos e animais, apenas animais de almas suculentas e animais de almas podres. Não existe fuga. Não existe luta. Não existe resistência.

Só existe o abatedouro, no final do corredor... E uma verdade.

A de que a esperança é a última que morre.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

US Creepypasta: Ela precisa de mim


E aí galera, beleza?
  Prosseguindo com a campanha, a creepypasta da vez é do leitor Gabriel Azevedo. E lembrem-se, para participar, enviem sua creepy para: augustovic3@gmail.com .
N/T: Eu não edito as creepypastas  que recebo. Eu acho que isto tira um pouco de sua essência. Porém, alguns erros  de português serão encontrados, ignorem.  ^^




ELA PRECISA DE MIM

Hoje faz um mês que tudo começou, sempre vou me arrepender de ter aberto aquele caderno se vocês não entenderam ainda vou contar oque aconteceu.
Tudo começou num tarde se sábado eu estava no facebook quando três amigos meus me chamaram do lado de fora da casa
-GABRIEÉÉÉÉL ATENDE VAGABUNDO
Eu me levantei e fui checar a La estavam eles meus colegas de classe, me perguntaram se eu queria sair com eles pra zoar um pouco,eu aceitei,vesti uma bermuda montei na minha bike e fui. Foi a pior decisão que eu tomei em toda a minha vida,em pouco tempo chegamos em um velho parque construído para as crianças na época que aquele lugar ainda tinha algum morador,ficamos lá conversando fazendo piadas, até que um dos meus amigos que se chama Breno disse a seguinte frase
-véio, que bagulho é aquele
E apontou para alguma coisa enterrada com uma ponta preta pra fora da areia, fomos nós quatro como plenos adolescentes idiotas e curiosos,desenterramos e vimos um caderno totalmente preto eu peguei abri e começamos a folhear o caderno a principio era um caderno normal com matéria escolar e tal mas depois de algumas paginas acabou a matéria e começou a aparecer algumas rosas vermelhas e varias vezes a frase”PRECISO DELE” ou “NÃO POSSO VIVER SEM ELE” e varias coisas do tipo achamos que era alguma pirralha com uma paixonite aguda que jogou o caderno fora porque não dava mais pra usar ou coisa assim, isso deveria ser cerca de 6 horas da tarde, nos pegamos a bikes jogamos o caderno no chão e fomos embora. Na segunda-feira apenas dois dos meus amigos estavam na sala de aula, eu perguntei se eles sabiam oque tinha acontecido eles arregalaram os olhos pra mim e disseram
-Você não se lembra?
Quando eu respondi que não foi que começou a ficar estranho eles disseram que dormiram na casa desse que avia faltado a aula, Luciano era o nome dele mas cerca de três horas da manha alguém chamou na porta e quando eles foram atender acharam que fosse eu mas quando ele chegaram perto os olhos do suposto eu estavam totalmente negros ele invadiu a casa tentou mata-los mas não conseguiu porque o a irmã mais nova dele ligou para a policia quando viu a briga dois ficaram bem mas o outro tinha varias marcas de faca em seu peito ele estava vivo mas nesse momento estava no hospital, depois disso foi um dia normal mas no dia seguinte uma noticia muito ruim chegou a mim, ele avia morrido, em uma noite esfaqueado e na outra morto, mas não foi algo por causa das facadas, alguém entrou no hospital de noite e cortou a garganta dele. O funeral foi no final de semana daquela semana após o funeral ficamos muito tristes já que ele era um grande amigo mesmo sendo muito instável e impulsivo depois de um tempo os meus dois amigos que ainda estavam vivos chegaram na escola com marcas de faca, não eram graves eram até pequenas e fracas mas formavam o desenho da mesma rosa que estava naquele caderno. Eu sou um pouco pirado com esse tipo de coisa então estranhei que não avia acontecido nada comigo já que eu fui o que teve mais contato com o caderno por ter sido o único que tocou e abriu o maldito caderno no final do dia eles me convidaram pra dormir na casa deles de sexta pra sábado eu aceitei e na sexta preparei minhas coisas e fui com eles, de noite eles quiseram virar a noite acordados mas eu tenho sono pesado e acabei dormindo no dia seguinte acordei com o rosto sujo de sangue. Fiquei paralisado com a cena, o menor de nos e mais fraco estava morto com um buraco no peito e seu coração em sua boca, Enrique era o nome dele o funeral aconteceu na semana seguinte durante o funeral eu fiquei confuso, dois mortos mas antes torturados,já faziam três semanas que tínhamos achado o caderno, eu já deveria ter entendido mas não avia mas escapatória, pelo menos para eles três no dia seguinte ao funeral eu acordei com o alarme do meu celular e ao lado dele eu vi uma faca suja de sangue. Nessa hora eu pensei que estava condenado, como eu queria estar certo eu sai e liguei a TV já que pela morte dos dois nosso coordenador mandou que ficássemos em casa, estava passando o jornal local que estava falando da morte de duas famílias inteiras, ironicamente era a família dos dois garotos mortos, enquanto eu ouvia isso encarava a faca suja de sangue. Coloquei a faca numa mochila e fui até a casa do meu ultimo amigo vivo, Breno era o nome dele, quando ele atendeu eu entrei e mostrei a faca e contei oque eu tinha visto na TV, pra minha surpresa na casa dele também aviam visto a reportagem então veio o verdadeiro susto, testemunhas e vizinhos viram o assassino e fizeram um retrato falado que foi exibido na reportagem, não sei porque mas eu fiquei feliz quando vi meu rosto como a descrição do assassino, pus o capuz montei em minha bike e fui pra casa, meus pais estavam preocupados pelo fato de eu ser suspeito dos assassinatos já eu nem tanto depois disso me confinei no meu quarto até o final de semana e só sai ontem de noite quando peguei a mesma faca e sai pela porta exatamente a meia noite, então fui bombardeado pelas lembranças de quando matei aqueles que chamei de amigos e mais algumas sobre uma garota,as lembranças ainda estão aqui mas eu estava fora de mim eu só lembro de ter ido até a casa do garoto que um dia eu chamei de amigo matar silenciosamente toda a família dele ir até ele e antes de mata-lo dizer a seguinte frase”ELA PRECISA DE MIM”hoje acordei pensando que foi um pesadelo até que falaram sobre o acontecido na TV quando descobri que tudo foi culpa minha uma carta apareceu na minha frente, eu a abri e li, parece que durante minhas andanças noturnas eu troquei cartas com uma garota que dizia me amar e perguntava se eu já avia me livrado “DELES” agora acabo de responder a carta e incendiar minha casa com minha família dentro, já estou com minha bagagem e estou partindo, mas ficou o problema: um garoto como eu posso ser robusto e intimidador mas ainda sim não posso ir sozinho, por isso estou com dois novos amigos comigo, um homem grande e magro de roupa social e um adolescente sorridente,eles prometeram me levar se eu prometesse não revelar suas identidades e os ajudasse, eu concordei e agora estamos andando em direção a ela
-PORQUE ÉLA PRECISA DE MIM

Augusto Victor

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

US Creepypasta- Diário de Sobrevivência

   E aí galera, beleza?
   Então, após um longo tempo sem postar, trago hoje a creepypasta do Jefferson Costa. E para ter uma melhor interpretação, imagine-se. Sozinho. Vivendo aquilo. Escrevendo cada página de sua sobrevivência em um cenário semi-apocalíptico. Curti muito. E não se esqueçam, mandem suas creepy's para: augustovic3@gmail.com
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Dia 1       
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7:32
- Estou fazendo esse diário para registrar esse momento, para se caso alguém achar saber o que eu passei...

8:01
- Não tem ninguém na cidade, o que houve, perdi algo? Claro que perdi, não há ninguém aqui, a cidade está deserta, tudo abandonado.

8:15
- Acabei de entrar em uma loja e realmente está tudo vazio, vou ligar para policia e saber oque está acontecendo.

8:37
- Tentei ligar várias vezes mas não deu certo, o sinal está fora de área, a alguns minutos estou escutando um grande barulho vindo do centro da cidade, vou pegar o carro e verificar o que deve ser.

8:52
- Estou dentro do carro e observei nas ruas e estão realmente todas vazias, não há ninguém mesmo, estou muito assustado, e os outros carros ainda estão na rua, como se as pessoas tivessem desaparecidas do nada mesmo. Daqui a pouco chego no centro da cidade.

9:00
- Cheguei no centro da cidade e também não há ninguém, tudo realmente vazio, não sei o que fazer. Vou subir no prédio mais alto e tentar ver o que está acontecendo.

9:18
- Estou no alto do maior prédio da cidade e fiquei muito assustado agora, há um lado da cidade que está completamente destruída, não sei o que houve, parece que houve uma guerra, mas como houve uma guerra? Eu não escutei absolutamente nada hoje pela madrugada. Estou com fome vou comer algo.

9:53
- Está acontecendo algo realmente estranho, escuto barulhos vindo do lado destruído da cidade, estou com muito medo não sei o que fazer.

10:04
- Peguei um telefone de rua e liguei para meus pais, que moram em outra cidade, eles não atendem, liguei para meu tio que também mora em outra cidade, não atende. O que é que houve com todas as pessoas?

12:08
- Peguei meu carro e vim direto para a zona destruída da cidade, não há nenhum corpo de pessoa, nada, só escombros. Mas achei algo interessante, um monte de roupas empilhadas, o que deve ser? Bom, achei uma televisão e liguei ela, infelizmente só há estática e mais nada.

12:17
- Vou para a cidade mais próxima ver se ocorreu esse fenômeno lá também.

14:21
- Estou em outra cidade, e também não há ninguém! Meu Deus! O que houve?? Vou ficar louco, não há ninguém!

14:38
- Não sei o que fazer... Estou sentado e não sei se estou louco, se é um sonho, mas isso está muito surreal. Espero que algum dia, alguém possa ver esse diário.

15:24
- Agora a pouco escutei algo parecido com uma bomba, um barulho enorme vindo da minha cidade, agora que estou mesmo com medo.

16:08
- O meu Deus! Um minuto atrás algo grande explodio na minha cidade e estou vendo a fumaça, os prédios destruídos, tudo está destruído, não há mais nada, e estou escutando uma vibração muito forte vindo para cá, irei sair o mais rápido possível!

16:47
- Me escondi em um porão e neste momento algo está passando nas ruas, algo grande, quando bate no chão faz um enorme barulho, estou com muito medo mesmo, não dá para ver o que é, não há janelas neste porão.

16:53
- Estou sentindo o cheiro de fumaça nesse momento, parece que eles colocaram fogo na cidade, tenho que sair daqui.

16:59
- Algo entrou na casa, pulou no telhado, e ele se quebrou! Espero que não entre no porão!

17:04
- A coisa já desapareceu, mas ainda não consegui ver, mas é muito grande, agora vou sair desta casa, pegar algum carro e me mandar daqui, pelo que sei só resta eu. Mas não perco as esperanças, deve haver mais gente.

17:11
- Achei um carro, vou ao supermercado pegar alguns suprimentos e depois na loja de armas. Quero sair daqui o mais rápido possível, está muito perigoso.

Continua...





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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

US Creepypasta- Homem Quântico

E aí galera, beleza?
   Então, a campanha US Creepypasta continua. E a ideia, é que criemos nossas próprias creepy's. Versão BR. Só que o que eu tenho percebido, é que muitas das creepy's que eu recebo, não são de autoria dos leitores. E isto é errado. A "graça", estaria em vocês forçarem suas mentes em uma criação. Não um simples Ctrl C Ctrl V. Então não copiem. Criem. E me mandem por e-mail: "augustovic3@gmail.com". 
   Logo, sem mais prolongas, vamos a creepy de hoje:
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Jonathan Felix sentou em sua cadeira após fixar os últimos eletrodos na sua cabeça. Ele estava agora reclinado em cima do projeto científico privado mais caro do mundo, e hoje a intenção era ultrapassar uma das barreiras finais, concluir o seu sonho e de muitos outros. O objetivo desse projeto era abrir a mente do homem para que ele possa perceber as outras dimensões do espaço, além das meras 3.

O resultado final ainda é um ponto de contestação, mas se suspeita que o indivíduo que for induzido e incumbido de tal poder seja capaz de estudar todos os universos possíveis criados a a partir de suas ações, e que pudesse escolher qual seguir. Um homem que escolhesse cada passo seu por já saber seu resultado.

Felix agarrou aquela oportunidade, porque era jovem e cabeça dura. Nos seus vinte e poucos anos e com uma mente brilhante para física quântica, ele estava confiando nessa oportunidade para aplicar seus conhecimentos teóricos de médium em aspecto físico. Ele deu o aval final para os técnicos do outro lado do vidro de segurança ativarem os primeiros estágios da máquina. O microfone da sua sala passava cada palavra que ele dizia para os técnicos.

"Se eu vi além do que os outros, é porque estive nos ombros de gigantes." Uma piada como essa para seus colegas seria um pouco inapropriada agora, ele pensou com um leve sorriso.
A cadeira foi reclinada até virar uma maca, e a grande doma giratória abaixou até engolir todo seu corpo. Dentro da doma havia uma complexa estrutura cristalina passando linhas de um lado ao outro. Ele se concentrou nas pontas dos cristais, e notou que começavam a se mudar, brilhar, mexer, e começaram a embaralhar sua mente de um modo que ele não entendia. Começou a se sentir tonto e enjoado.
Sua visão foi logo preenchida de explosões de luz, e seu corpo começou a sofrer espasmos. Lendo seus sinais vitais lá da sala de controle os engenheiros instantâneamente abortaram a operação. Um médico correu, abriu a doma e conferiu os sinais vitais de Felix, e ficou feliz em encontrar no mínimo um fraco, porém existente batimento cardíaco.

Felix abriu seus olhos alguns minutos depois. Olhou para o Doutor e de repente se assustou ao se lembrar onde estava.

"O que aconteceu? Não me sinto nada diferente..."
O Doutor sorriu e bateu em seu ombro.

"Quase foi dessa para melhor hein rapaz?"

O Doutor se virou e foi andando, prendeu o tornozelo em um cabo, tropeçou, caiu e quebrou a cabeça contra a quina de uma mesa, seu pescoço se entortou em um ângulo doentio e...

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O Doutor se virou e foi andando, prendeu seu tornozelo em um cabo, tropeçou e então foi agarrado por trás por Felix que se jogara de seu lugar para deter o Doutor antes que colidisse com a mesa.

Felix entrou em choque e vomitou. Suas mãos tremendo, ele notou que havia visto dois universos e decidiu qual seguir. Sorriu para o Doutor.
"Eu consegui, eu posso vê-los... Eu posso ver todos..."

Seu sorriso sumiu.

Agora ele tinha visto dois universos, estava ciente dos dois. De repente, um terceiro, um quarto, um quinto, um sexto... diversos surgindo em sua mente. Ele podia, de súbito, ver todas as possibilidades de todos os seus atos em todos os aspectos possíveis, alguns que ele sequer desejava ver. Sua mente começou a se despedaçar.
Felix segurou o médico e em um ato de fúria inumana enfiou seus dedos nos olhos dele e...

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Felix olhou desesperadamente para os olhos do médico e começou a gritar, se recusando a para mesmo quando começou a formar bolhas de sangue nos cantos da boca...

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Felix correu até a parede e começou a bater com a cabeça lá para só conseguir seu objetivo de afundar a testa só na quarta tentativa...

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Felix ficou sentado no chão pensando em todo o mal que ele era fisicamente capaz de causar. Seu corpo tremeu enquanto ele soluçava em terror. Ele pegou o crachá do Doutor e olhou fundo em seus olhos gritando:

"LONGE DEMAIS... LONGE DEMAIS..."
Seus olhos embranqueceram por um segundo, então começaram a amarelar e apagar. Ao mesmo tempo seus cabelos ficaram brancos como neve. Felix em seus momentos finais ficou ciente de toda a magnitude dos universos que se amontoava ao seu redor, e ele podia viver em qualquer um deles, a qualquer tempo, de qualquer modo, infinitos bilhões de universos, anos, milênios e possibilidades, tudo isso fluindo ao mesmo tempo em uma único pensamento... Ele caiu ao chão e sua mente se foi no abismo.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

É Amanhã

É amanhã : Zombie Walk SP 2012

© Zombie Walk, Blog Estranho Universo.

domingo, 21 de outubro de 2012

US Creepypasta: Interferência

Deixe-me começar dizendo que isso é uma história real da minha infância, se você visitar a grande biblioteca no centro de Notthingham, e procurar pelos registros de jornal, você vai encontrar a matéria que eu detalho aqui.

Tudo isso se passou a mais ou menos 15 ou 16 anos atrás. Eu tinha 7 anos e meu primo Dale talvez uns 9. Talvez 10. Ele ficaria lá em casa naquela semana. Sendo eu  a única criança eu não tinha muitos brinquedos... e meu Sega Genesis estava quebrado. Então não tínhamos muito o que fazer.

Nossos dias consistiam em assistir desenhos na TV e no Dale me contando histórias de terror quando chegava a noite. Minha mãe, empatizando conosco, comprou um par de walkie talkies para brincarmos. Nos divertimos muito, brincávamos ao redor da casa até as 17 mais ou menos e não íamos muito longe. Lá pelas 18 tínhamos que jantar e não tinha mais tanta graça brincar com os walkies dentro de casa. Esperávamos a hora de dormir para ficarmos trocando histórias de fantasmas de um quarto pro outro.

Nos falamos por umas horas até Dale começar uma história de um monstro que assombrava a floresta ali perto e sua voz ser cortada pro estática que dá quando se solta o botão no meio da fala. Respondi e esperei ele falar. Continuou estática entrecortada pela voz dele, e então começou a parte assustadora.

No meio dos chiados e da voz de Dale, pude ouvir uns gritos e choros de bebê. Foram os segundos mais estranhos da minha vida, conversar com Dale sendo interrompido por choros, gritos, barulhos estranhos e estática, enquanto só comentávamos o quanto AQUILO era estranho. Até que parou. Corri até o quarto de Dale e ele estava sentado na cama com a luz ligada. Esclarecemos que não era nenhuma brincadeira de nenhuma das partes e ligamos de novo. Agora o choro, os gemidos e os gritos estavam bem mais claros. Muito aterrorizados, desligamos os walkie talkies e fomos dormir. Tentei me convencer de que era tudo problema dos fones ou algo assim... Ou só a estática fazendo barulhos semelhantes ao que achei que havia sido.

Fui acordado no dia seguinte por uma multidão em frente a minha casa acompanhando a prisão da nossa vizinha. Ela havia se mudado a pouco tempo com seu filho mais novo, logo após a morte do nosso vizinho de idade avançada.. Dale e minha mãe estavam lá em baixo olhando tudo enquanto ela gritava xingamentos e profanidades. Ela conseguiu sair do poder da polícia mas logo foi pega e algemada dentro do carro. Ela era uma pessoa normal, tinha se mudado a pouco tempo e não tinha motivo aparente para ser presa.

No dia seguinte estava no jornal o motivo da prisão. Ela havia matado seu filho, ainda um bebê, aparentemente após de ver assustadoras aparições do nosso vizinho recentemente morto. Ela recebeu visitas do fantasma por semanas até que enlouqueceu, se machucou, quebrou móveis da casa e assassinou seu filho.
Essa não era a parte mais assustadora.
O laudo policial mais detalhado contava que a babá eletrônica havia sido deixado ligada.
A estática que os walkie talkies capturaram foi por isso. Só interferência.

Eu e meu primo ouvimos tudo enquanto ela matava seu filho.




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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O fim do mundo começa em São Paulo


 02/11/2012 (Feriado de Dia dos finados)


Mais informações: 
SITE: http://zombiewalksp.com/
Facebook: www.facebook.com/zombiewalksp






















© zombiewalksp.com  / blog-estranhouniverso.blogspot.com

US Creepypasta- Número Desconhecido

"MEU DEUS!", eu gritei ao ser acordado de surpresa pelo meu novo toque de halloween do celular. Não me lembrava de ter mudado o toque mais cedo, então levei um susto até me lembrar de onde ou o que era. Levei um tempo para encontrá-lo preso no meio das almofadas do sofá. O fato da luz baixa da estática na tv ser a única luz não ajudou muito na busca.

"Número desconhecido."

Atendi e não ouvi nada do outro lado. Para ser honesto, eu esperava uma respiração desesperada ou qualquer outra coisa assim do outro lado da linha, pelo fato de eu ainda estar um pouco assustado, mas não havia nenhum barulho.
Desliguei, respirei fundo e franzi o cenho. Talvez eu só liguei uma chamada falsa sem perceber. Como a maioria dos telefones, julguei que esse também tivesse essa função, mas como não o conhecia direito ainda...
Meu pai comprou um usado essa semana, quando perdi meu outro na viagem até aqui, pra esse fim de mundo. Procurei no menu mas não achei essa opção. Irrelevei.

Xinguei e decidi assistir tv ao invés de ficar pensando muito. Tentei usar a luz do celular para achar o controle remoto, sem muito sucesso. Morrendo de preguiça, me arrastei do sofá para a parede até o interruptor. Dei uma leve pausa no caminho ao perceber que a tv era dos canais de satélite, e agora estava com estática de antena. Ignorei e segui, ligando a luz.
A luz intensa me cegou por uns segundos, respirei fundo de novo e percebi como estava tenso por nada. Era estranho ficar sozinho em casa.

Meus pais haviam saído de noite e eu preferi ficar, assim como havia feito durante o dia. Como eles nunca saíam, era uma situação diferente. Nada além de mato nesse fim de mundo em que estávamos, então com eles saindo eu tinha solidão total.
Continuei procurando pelo controle pelo sofá. Fui em um braço, no outro, e me abaixei para por a mão em baixo dele, fatalmente encostando meu ouvido no celular que estava ali em cima. Obviamente, o celular tocou, bem dentro do meu ouvido.
"PUTA QUE PARIU!", foi minha reação. Atendi, e mais uma vez, só silencio. Em fúria e xingando, joguei o celular no sofá.

POP! A lâmpada da sala explode e a estática da televisão vira aquela preto com um chiado e um risco branco no canto esquerdo. Penumbra reina. Corri, peguei meu celular, me joguei na cama e me enrolei em posição fetal após momentos de escuridão terrível. Com o pouco de luz que conseguia através da tela do meu celular, já me senti mais seguro. Respirei até me acalmar e decidi ligar para meu pai. Olhando para a tela do celular, descobri que não havia desligado a última chamada. Segurei minha respiração quando notei que conhecia o número que me ligara. Não era desconhecido. Era meu número. Meu número antigo.

Apertei o botão de encerrar chamada, desesperado. Comecei a criar mil situações que se desencadeariam daquelas chamadas. Então algo pior chamou minha atenção. Minha cama já estava quente.

Mensagem nova. Abri. Li.

"Está de baixo do travesseiro." Lentamente levantei o travesseiro para encontrar o controle remoto.

De baixo das cobertas ouvi o som da minha porta do quarto fechar. Suor frio escorreu pela minha testa, meu coração apertado e minha cabeça explodindo, e então, ouvi a porta de novo. Sendo trancada...


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Jeff: Foto Real e Atual do Assassino

   E ai galera, beleza?
   Creio que todos aqui, conhecem a história do Jeff, o assassino. Mas se não, deem uma pesquisada aí no blog que garanto que vocês vão achar. Enfim, o que eu quero dizer, é que tem um site, "supostamente de notícias" que conseguiu uma foto do assassino. É meio de longe, sem foco, mas realmente o rosto, parece muito. E quem conhece a história sabe, o rosto dele é marcante. Enfim, eis o link dá notícia, e confirmem para mim se vocês acham que é ele mesmo.



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

US Creepypasta- Eu Vejo Seus Pesadelos

    E aí galera, beleza?
    Este post nada mais é do que uma imagem. A imagem.
    Um desenho, de certa  forma até mal feito. Uma simples imagem. Mas é estranho, muito estranho...
    O modo como ele te vê, como ele te observa... Parece, que ele pode nos ver... Ver nosso interior, nossos pesadelos... Nah! É só uma imagem. Ou não?





















Acesse: Augusto Victor 

domingo, 23 de setembro de 2012

Hora de Dormir- US Creepypasta


Não sei bem se isso é uma CreepyPasta, porque é um relato real. Por mais difícil que seja de acreditar, tudo o que contarei aconteceu de verdade. Eu moro com minha mãe e meu padrasto. Quando meu padrasto tira folga no fim de semana, eles costumam viajar pra casa da irmã dele e passam 2 ou 3 dias por lá. Não me dou muito bem com a família do meu padrasto, então não vou com eles. E assim foi semana passada. Ultimamente tenho baixados jogos antigos para jogar no meu ex-aposentado Playstation 2. O jogo que estou jogando agora é Bully, um jogo que foi proibido em alguns países, mas isso não importa.

Sempre que começo a jogar, eu perco a noção de tempo. Quando olhei no meu celular já eram 04h15min da manhã. Então ouvi a porta do quarto da minha mãe se abrir. Pensei: "Minha mãe chegou, e se ela me vir jogando vídeo game a essa hora vai me encher o saco me chamando de irresponsável", então larguei o controle no chão, desliguei a TV e corri pra debaixo do cobertor. Ouvi-a caminhar até meu quarto, abrir a porta e permanecer por alguns segundos. Ouvi-a abrindo as portas do guarda roupa e em seguida parar bem em cima de mim. Eu estranhei por que geralmente ela só checa se estou dormindo e volta para seu quarto. Mas ela ficou quase cinco minutos me olhando. Depois abriu a janela, estava ventando muito. Mais uns 10 minutos se passaram e eu não ouvi minha mãe abrir a porta pra sair. Então eu abri os olhos e me levantei e vi que ela já tinha ido embora não sei como. Esqueci o vídeo game ligado e fui dormir dali mesmo. No dia seguinte minha mãe me acordou:

- Vem filho, já fiz seu café.
Eu fui até a sala, a mesa com café pronta. Eu perguntei:
- Você vai trabalhar hoje mãe?
- Tá louco? Claro que não. Vou tomar café e ir dormir, estou morta de sono. Cheguei agora.
- Chegou agora?
- É, cheguei tem uns 20 minutos.

Nunca saberei o que foi aquilo que entrou no meu quarto.



Augusto Victor



sábado, 8 de setembro de 2012

"2012" OVNI é Gravado em TRÊS PONTAS - MG - BRASIL




© Youtube

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

He follows You...

Muitas histórias de fantasmas normalmente têm fáceis explicações, devido aos profundos medos psicológicos enraizados em nossos instintos básicos. Queremos proteger nossos filhos, e temos medo do que pode acontecer com eles no momento em que estão fora de nossas vistas. Temos medo de cadáveres, pois eles indicam nossa própria mortalidade, e nos faz imaginar que talvez, a causa da morte do cadáver poderia nos matar também. Temos medo da escuridão, porque cega nossos sentidos.

Por que, então, algumas imagens continuam a aparecer diversas vezes para nós? Uma imagem, uma descrição que muitos tentam visualizar, ao tentar descrever uma entidade terrível, que não tem nenhuma semelhança com nenhum dos predadores já conhecidos. Um ser humano, careca, com olhos negros, uma figura alongada, alta, dedos longos e pele pálida; uma descrição que já foi usada no passado para descrever certos vampiros de idade, e agora, uma imagem atribuída a outras entidades, como Slenderman, ou monstros de histórias de fantasmas. O que poderia ter acontecido para que esta imagem ficasse gravada tão profundamente em nosso subconsciente?

Será que a tal criatura descrita existe mesmo? Aquele, cujo comportamento é tão aterrorizante que supera outros medos mais comuns? Eu até duvidaria disso, mas considerando certas circunstâncias, não consigo parar de pensar que isso pode ser verdade. Acredito que devem existir criaturas que se encaixam nessa descrição... Criaturas como esta que está te observando através de sua janela neste momento.




quinta-feira, 30 de agosto de 2012

US Creepypasta- Tome Cuidado

"Nas últimas semanas uma onda de assassinatos tem devastado a cidade. A polícia diz ser trabalho de um serial killer, mas quando se pergunta mais sobre ao Chefe de Polícia Daniel Garfield, o mesmo se recusa a fazer comentários. Todas as outras autoridades questionadas responderam que antes de serem mortas, as vítimas recebem uma mensagem de voz em seus celulares ou telefones fixos dizendo : "Tome cuidado". E é tudo que dizem. A polícia ainda investiga os eventos, e pede para que qualquer um com informação sobre os assassinatos contate os imediata-"

Você desliga a tv, cansado de notícias ruins pela noite. Uma olhada rápida no relógio que lhe diz que faltam cinco para meia noite. Você boceja. Sua esposa trabalha no turno da noite mais uma vez e não virá para casa por pelo menos uma hora. Ela esteve trabalhando no turno da noite toda a semana. Cansado de esperar, você se arrasta até a cama e dorme, pensando nos recentes assassinatos. Você não tem um amigo policial? Deveria ligar para ele, só para ficar por dentro de qualquer informação extra.

Pela manhã do dia seguinte você acorda do lado de sua mulher. Ela deve ter chegado cansada também e decidiu não lhe perturbar. Pobrezinha, parece realmente cansada. Decide simplesmente deixá-la dormir. Se levantando, você vai até o rádio e o liga para ouvir: " -ssasino ataca novamente na última noite. A mesma mensagem de voz foi encontrada em sua caixa de mensagens. A polícia segue investigaç-". Desliga o rádio. Ainda todos falando sobre o serial killer.

Você se arrasta até a cafeteira, quando seu telefone começa a tocar. Hesitante, pensando na mensagem que as vítimas recebiam, você demora para atender, quando finalmente toma coragem, puxa-o do gancho e escuta: "Ei cara, comecei a me perguntar se você não ia me atender". Seu amigo policial.

Graças a Deus. Você suspira em alívio e dá uma desculpa de que esteva ocupado, por isso demorou. Se sentindo ridículo por ter visto sua mão tremer e pensar que poderia ser o assassino. Seu amigo prossegue: "Então cara, me deram uma folga, e eu estive pensando se não gostaria de sair para tomar café comigo, só nós, como nos velhos tempos. Quero livrar minha cabeça desses assassinatos e relaxar um pouco. Meu carro tá quebrado, então se você pudesse vir aqui me buscar lá pelas dez e..."

"Claro, claro.", você responde. Trocam despedidas e desligam. 10 minutos de carro até a casa dele, então você só deixa um bilhete rabiscado para sua mulher e sai pela porta.

Se prende no trânsito no caminho, e acaba chegando 15 minutos atrasado. Vai até a porta da frente, preparando mentalmente uma desculpa para seu atraso. Aperta a campainha e espera. Nenhuma resposta. Aperta de novo e nada. Bate na porta. Nada. Tenta a fria maçaneta de metal. Aberta. Entra lentamente e receoso, chama por seu amigo e nada, mais uma vez. Você sente um cheiro terrível descer até seu estômago e tem náuseas. Guiado por seu instinto e seu nariz, vai até a cozinha para encontrar o que não esperava. As paredes estavam vermelhas de sangue, e os corpos de seu amigo e de sua mulher boiavam no sangue do chão. Com rostos, braços, pernas e corpos cortados. Você vomita violentamente em resposta aquela cena. Uma mensagem acende seu celular. Mensagem de voz. Você prefere não ouví-la, obviamente, e sai correndo de volta para casa.

Esquece de chamar a polícia ou qualquer coisa assim, você só quer se afastar da imagem de seu amigo morto em sua própria cozinha.

Chegando em casa, tranca a porta atrás de si e procura sua mulher, não a encontra. Vê pegadas de sangue indo até seu quarto. Se desespera, grita pela sua mulher, mas seu grito é interrompido pelo toque da mão dela em seu ombro. Você rapidamente se vira e ela lhe diz: "Só queria que você tomasse cuidado".


 


sábado, 25 de agosto de 2012

Edward Mordrake, o famoso "duas caras"

   Edward Mordrake era um herdeiro de um título de nobreza do século XIX, na Inglaterra.  Ele tinha uma face extra na parte de trás de sua cabeça, que nunca pode falar ou comer, mas por outro lado podia chorar e rir. Edward implorou aos médicos para que removessem sua "cabeça de demônio", pois, supostamente ela sussurrava coisas horríveis a ele de noite. Mas nenhum médico cedeu-o a remoção da face. Ele cometeu suicídio com 23 anos.
   Há duas histórias que falam como Edward se matou, uma com veneno e outra com um tiro em um dos olhos da sua outra face. Mas em ambas das versões diziam que Edward deixara uma carta pedindo para que a sua segunda face fosse destruída antes de seu sepultamento, pois não queria que fossem ouvidos sussurros em seu túmulo.





segunda-feira, 20 de agosto de 2012

US Creepypasta: Medo da Chuva


Veja bem, não estou escrevendo esta creepypasta com o intuito de assustá-lo.
É apenas uma dica, um conselho, afinal, somos sete bilhões de pessoas no mundo e o que quer que tenha vindo ao meu encontro pode estar agora mesmo atrás de você.

Estava no meu quarto, de porta fechada. Havia recém desligado o computador; assista televisão. Os jornais eram todos a mesma coisa: reclamando da seca, da falta de água, de como esse seria o verão mais quente de todos os tempos. 

Estava com fome, mas não queria sair de dentro do quarto sob hipótese alguma. Estava lendo algumas creepypastas e qualquer coisa vira creepy depois de uma sessão dessas histórias. Entretanto, não consegui me segurar por muito tempo. Me convenci de que qualquer coisa que eu pudesse ver ou ouvir seria fruto da minha mente amedrontada. Disse a mim mesma que precisava passar por cima do medo, rir do medo. "Nada acontece durante o dia por quê?! Cansei de pensar, no meio da rua em dias de sol: se há alguma coisa, apareça agora", lembrei. "Se houvesse alguma coisa realmente poderosa e perigosa, não iria esperar a noite e a solidão pra poder me assustar."

É aí que mora o problema, meus caros. Quando você desafia o sobrenatural, é lógico que ele vai querer fazer você sentir o pior medo possível. E ninguém é autoconfiante à noite.Encostei na maçaneta e ouvi um barulho. Era algo entre um sussurro e uma corrente de água, um tipo de chiado. Vinha de detrás da porta. Não de longe; parecia estar exatamente atrás da porta de madeira. "É qualquer coisa", pensei. 

"Não vou desistir por causa de uma coisa tão besta. Ainda se fosse uma voz..."

Voltando à mesma teoria: será sempre - SEMPRE -  o desconhecido.

Continuei firme. Abri a porta, corri até a cozinha, alcancei um pacote de salgadinhos. Correndo, eu admito. Corri como poucas vezs na vida. Atravessei o corredor e a sala duas vezes em menos de quarenta segundos.  Entrei no quarto e bati a porta, trancando-a. Só conseguia ouvir meu coração e um barulhinho de chuva vindo da janela no fundo do quarto. "Estou seguro", cogitei. Por dois segundos.Foi aí que meu coração acelerou e alguma coisa incrivelmente gelada percorreu minha espinha. Paralisei de pavor.
Como eu pude ser tão imbecil?! Não havia chuva há quase dois meses.
Qualquer coisa que estivesse lá fora, eu deixei entrar.






terça-feira, 7 de agosto de 2012

You Are My Sunshine



As memórias que eu tenho com minha avó são de muita afeição. Ela costumava morar com meus pais e comigo quando eu tinha seis anos e ficou com a gente até que eu entrei na faculdade.

Ela me criou com coisas incríveis, tais como visitas espontâneas ao Museu de história natural, me ensinando como colher flores para cada certa ocasião e até a própria receita secreta da mãe dela para a perfeita e fofinha panqueca de blueberry.

Todo domingo ela me deixava dormir um pouco mais, mas eu sempre acordava quando eu sentia o cheiro das panquecas e ouvia ela cantando "You are my Sunshine". Ela sempre vinha ao meu quarto com uma provinha e nós dividíamos antes de partirmos para as nossas atividades matinais, e então passávamos o dia todos juntos.

Domingo sempre foi o nosso dia.

Então, hoje é meu primeiro domingo em casa depois da minha graduação e eu consigo sentir o cheiro maravilhoso das panquecas, e consigo ouvi-la cantando fracamente no seu sotaque gasto e rouco do sul.
O único problema é, minha avó morreu duas semanas depois que eu fui para a faculdade.
E o cantar dela está chegando mais perto.

Galera, deem uma olhada no meu blog lá. E não se esqueçam de seguir eim =D

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