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sábado, 20 de dezembro de 2008

Probabilidades de vida Extra-Terrestre

Antes de afirmar que os UFOs são veículos comandados por uma inteligência extra-terrestre, temos que analisar a possibilidade de que a mesma exista.
Oficialmente, o planeta Terra é o único planeta em que se sabe haver vida, em especial vida inteligente. Conhecimentos básicos de astronomia, no entanto, deixam no mínimo, dúvidas sobre tal afirmação. Levemos em conta que nosso planeta, ao lado de outros oito, gira em torno de uma estrela que chamamos de Sol, cuja idade não ultrapassa cinco bilhões de anos. O Sol faz parte de um aglomerado de estrelas (chamado galáxia) com o romântico nome de Via Láctea. As estimativas menos otimistas dizem que a Via Láctea é formada por cem bilhões de outras estrelas, mais ou menos novas que o nosso Sol. Há estimativas que elevam esse número até quatrocentos bilhões de estrelas. Os últimos estudos mostram o espantoso número de cinqüenta bilhões de outras galáxias espalhadas pelo nosso universo tridimensional conhecido. E esses números crescem em relação direta ao avanço técnico dos equipamentos para observações astronômicas.
Estatisticamente falando, esses números já seriam mais que suficientes para fazer os astrônomos pensarem que realmente deve haver estrelas com planetas ao seu redor que abriguem vida inteligente. Porém, mais que simples cifras, recentes descobertas têm feito até os mais céticos reverem suas posições. Vejamos, por exemplo, que ao ser redigido este texto, a existência de mais de cinqüenta planetas já foi confirmada pelos observatórios de superfície e/ou em órbita terrestre. E nos referimos aqui a planetas circundando outras estrelas a dezenas de anos-luz de distância, ou seja um raio de análise muito pequeno se comparado com o diâmetro de nossa galáxia que é de cem mil anos-luz.
O que dizer , então, de descobertas mais objetivas? O mundo parou de respirar por alguns instantes quando, em 1996, um grupo de cientistas americanos, ao lado do presidente Clinton, revelou ter descoberto microrganismos fossilizados em uma rocha originária do planeta Marte. Ainda que muitos coloquem em dúvida tal afirmação, por questões técnicas que na cabem nesse resumo, o fato é que houve uma enorme mobilização do governo americano no intuito de averiguar mais de perto o assunto, aumentando vertiginosamente o orçamento para o estudo do chamado planeta vermelho.
Bem mais longe que Marte, os astrofísicos têm, a cada dia, aumentado o número de informações sobre estrelas distantes que instigam ainda mais a imaginação dos cientistas de todo o mundo. Informações essas que se referem, entre outras coisas, à presença de substâncias básicas necessárias para o surgimento de vida como a conhecemos.
Ora, bactérias não constróem naves e viajam a outros sistemas estelares. Portanto, qual a importância desses dados para os ufólogos? Se levarmos em conta que a idade estimada de nosso planeta é de 4,5 bilhões de anos e que o Homo Sapiens Sapiens surgiu há apenas algumas dezenas de milhares de anos (pelo menos é o que diz a ciência acadêmica). E, além disso, se levarmos em conta que o universo conhecido existe há aproximadamente quinze bilhões de anos, aí teremos algo realmente interessante para pensarmos. Quantas civilizações com alto grau de inteligência não teriam aparecido e , talvez até desaparecido nesse tempo todo ?
Já que não temos oficialmente resposta a essa pergunta em nossos registros históricos, talvez a encontremos nessas luzes e objetos que cruzam nossos céus todos os dias.

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