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domingo, 11 de outubro de 2009

CONTATO COM UM EXTRATERRESTRE EM 1993 EM PANAMÁ! (NÃO É NO BRASIL)

O texto a seguir é real,todos os nomes citados são reais,o documento não sofreu nenhuma alteração.O documento se encontra na cidade de Panamá (Não é no Brasil)
Este texto foi registrado pelo institulto Brasileiro de Ufologia e foi publicado em revistas e em um jornal na época.

O Contato extraterrestre principal foi estabelecido na cidade de Panamá em América Central no ano de 1993. Outros contatos já tinham sido feito em níveis astrais. A importância do contato em Panamá radica em que este contato aconteceu estando Eu com consciência total ou seja , totalmente acordado em todo sentido e ate com uma amplitude de consciência que deixou todas as lembranças desta grande aventura vivas dentro de mim.

Aquela noite, era uma noite como muitas e me encontrava descansando em uma cadeira de praia que tinha na sacada do apartamento aproximadamente às 11:00 PM., a noite estava fresca e um suave aroma do mar batia no meu rosto, me transportando no tremendo oceano que tinha a minha frente. Pouco a pouco me deixei levar por uma estranha sensação de paz e tranqüilidade, parecia que todas as minhas preocupações do diário viver tinham desaparecido como por arte de magia. Estava nesse estado (que não era sonho) quando senti duas presenças ao meu lado, digo presenças porque não chegava a vê-los claramente, eram dois seres altos, de uns 2.00 mts. de estatura e desprendiam um brilho ou luz que dificilmente permitia vê-los. Com um de cada lado, me levantei lentamente e subimos, digo lentamente pois me parecia estar atuando com uma percepção diferente, vi o edifício de apartamentos afastar-se até desaparecer, o estranho era que eu não sentia a mínima inquietude, ia subindo com eles com uma tranqüilidade espantosa, tudo isto me parecia totalmente normal, pelo menos nesses momentos assim era, pois não me ocorreu perguntar absolutamente nada, minha percepção se encontrava totalmente aumentada, a experiência era tão real para mim, que dificilmente podia notar se estava em meu corpo físico ou em outro tipo de corpo energético, para ser sincero, até o dia de hoje não sei exatamente em que nível vibratório eu me encontrava, devo dizer que para mim era ou tinha mais realidade que o dia a dia. O interessante de tudo isto é que eu me sentia muito bem com eles, não existia a mínima sombra de medo e sentia uma harmonia e companheirismo similar ao que se sente com familiares muito queridos. Nos dirigimos pelo espaço até o lugar onde se encontrava estacionada, imponente e majestosa , uma grande nave interestelar prateada, era uma nave totalmente plana em sua parte superior e inferior, como se fosse uma imensa lentilha metálica, chegamos a sua frente e onde parecia haver somente a fuselagem da mesma, se abriu uma comporta, onde eu e meus luminosos amigos entramos, até esse momento flutuávamos, pois senti e pude tocar as nuvens que atravessamos em nossa trajetória até a nave, ao atravessar uma câmara que segundo me explicaram depois era uma câmara de nivelação vibratória, onde as energias e freqüências eram equilibradas e aumentadas caso necessário, senti uns ruídos soando como ecos dentro de meu cérebro, eram como se várias freqüências de rádio estivessem sintonizando, incluindo vozes em outros idiomas mas tudo como se fosse uma sintonia de rádio, as vozes e ruídos ressonavam diretamente no meu cérebro, o que me fazia escutá-las como se estivesse dentro de uma esfera metálica e ressonasse, pelo menos essa foi a impressão que me deu e essa é a maneira mais sincera como poderia explicar o fenômeno.

É difícil de expressar a maneira como me sentia, a verdade é que havia entrado em um estado alterado de consciência onde não somente sabia que era eu e o que estava fazendo mas que existia uma segurança, uma confiança ou talvez um poder em mim que me fazia ver as coisas de uma maneira radicalmente diferente, era como se sentisse uma complacência comigo mesmo e um grande amor por todos os seres existentes no universo, algo assim como talvez sempre eu tinha desejado estar e me sentir durante meu dia a dia terrestre. Uma compreensão clara dentro da totalidade de meu ser se fez sentir na comunicação com estes seres. Eles só precisavam me olhar , imediatamente a Idea completa do que me estavam comunicando se encontrava dentro de mim e da mesma forma acontecia quando tentava me comunicar com eles, antes de Eu terminar de pensar na pergunta, a resposta completa já estava comigo. Levaram-me frente a uma série de controles eletrônicos, o interior da nave estava amplamente iluminado e se respirava dentro um ar altamente energético, caminhava mas francamente não sentia o peso de meu corpo, sentia um bem-estar incrível. Chegamos frente a uma espécie de monitor de computador, era como se fosse uma tela de televisão mas em três dimensões ou como se fosse uma holografia, a grande aventura fantástica estava por começar, longe estava eu de imaginar nesses momentos que estaria viajando em uma máquina do tempo até os confins do universo. Estas máquinas permitem acessar registros que a memória da natureza armazena de uma maneira tão extraordinária que no momento de consultá-los, existe uma transferência de consciência para o registro, o que nos faz praticamente viver a experiência novamente de uma maneira incrível, permanece uma conexão com o presente em todo momento, mas não é alterada a experiência pelo futuro, ou seja , dentro das cenas mostradas e vividas temos consciência mas não podemos modificar o que estávamos fazendo no passado (embora não sou categórico em dizer que é impossível), isto nos leva a pensar também na possibilidade de que tudo isto não seja passado e sim estivesse acontecendo simultaneamente. Esta probabilidade já tem sido contemplada por cientistas na teoria dos Universos Paralelos (ver “Scientific American Brasil” na sua edição de Junho de 2003).

Nesses momentos não me preocupava o problema de como havia chegado ali, simplesmente vivia a experiência e de uma maneira tal que para mim, essa era minha vida real. Devo confessar que o acesso aos registros se efetuam por etapas, ou seja, logo após terminar uma parte regressava à nave (embora supostamente nunca tivesse saído dela) e enfocava outra cena no monitor, ao enfocar esta nova cena, era como se entrasse na mesma, ou seja, primeiro me via na tela, eu sabia que era eu com outra roupa e em outro planeta diferente, ao sintonizar-me com minha imagem, é que ocorria a transferência de consciência, mas isso era algo instantâneo, não existia o menor mal-estar no processo, automaticamente me encontrava na cena, vivendo os fatos que poucos minutos antes estava vendo na tela. Para os que pensam que isto é ciência ficção, devo dizer-lhes novamente que é a mais completa, sincera e absoluta REALIDADE, aos cientistas, peço lhes que busquem nas entrelinhas; a maioria das vezes o conhecimento não se encontra em nenhum laboratório; a os que pesquisam o tempo peço lhes que reconsiderem todas as teorias, tenho sido praticamente um viajante no tempo, superando nestes fatos as mentes mais fantasiosas. As vezes me tenho perguntado como era possível que eu estivesse em dois (ou mais) lugares ao mesmo tempo e me tenho perguntado se o que estou vivendo agora (na Terra 2003) é uma projeção similar e se, de alguma nave, outro ser (que sou eu mesmo) esta me olhando e se projetando nesta época.
Mas voltemos à nave... Em questão de segundos frente a tela, me vi como sendo o ator de um filme de ciência-ficção em um cenário futurista fantástico... imediatamente estava vivendo a cena no lugar dos fatos... Juan Valdes

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