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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Morador de São Pedro tem contato com OVNI

Um fato muito curioso aconteceu em São Pedro [SP], o que pode colocar a cidade na rota das que recebem estranhos visitantes: os OVNIs. A palavra é a sigla para Objetos Voadores Não Identificados. E foi o que aconteceu no último dia 15 de março. Por volta das 19 horas, um motoqueiro, andava pelo alto da serra, nas proximidades do Bar do Neguinho, ponto de encontro famoso da cidade. O mesmo teria visto luzes e um estranho objeto parado no meio de um canavial próximo à rodovia. O objeto teria saído em disparada, deixando apenas a prova no local: toda a cana dobrada no exato local onde teria pousado a nave espacial. Testemunhas afirmam: na cana havia marcas de um pneu de avião.

“Não tem outra explicação”, afirma ele, que pode ter visto uma nave parada no meio do canavial. E a prova está por lá, para quem quiser ver. Num raio de cerca de 30 metros quadrados, toda a cana ficou dobrada e prensada contra o chão, como se algo muito pesado tivesse estacionado sobre ela. O curioso é que a cana se dobra e não parte, e as folhas ficam “penteadas” de maneira uniforme.

“O espaço aberto, é idêntico as formações que são famosas observadas em outros canaviais, como recentemente em Araraquara, Riolândia, entre outras cidades do interior”, afirma a ufóloga Rosely Vaz de Lima, integrante de GEUP, Grupo de Estudos Ufológicos de Piracicaba. O grupo estuda esses fenômenos há muitos anos, principalmente na cidade de São Pedro.

“São Pedro é privilegiada. Ao contrário de outras cidades mais famosas, como Varginha em Minas, aqui os fenômenos acontecem quase todos os dias, como o aparecimento de sondas, naves espaciais, efeitos luminosos”, afirma ela, que faz “vigília” todos dias em diversos pontos da cidade, que é ufóloga há mais de 18 anos. “E também não existem um local específico, eles aparecem pela cidade toda”. O grupo do qual Rosely faz parte é composto por cerca de 15 pessoas, metade é de moradores de São Pedro. Eles se reúnem diariamente para acompanhar e registrar este tipo de ocorrência. “O horário de maior freqüência é entre as 19 e 23 horas, quando muita coisa acontece”, comenta.

Rosely afirma que, a ocorrência de sábado, trata-se não de um pouso, mas sim a flutuação de uma nave no canavial muito próxima ao chão: “Se ela tivesse pousado, a cana estaria queimada provavelmente, por causa do calor dos motores, como já ocorreu em outros locais. Mas a cana não chegou a queimar, apenas a dobrar, o que demonstra que a nave apenas ficou parada no mesmo lugar suspensa por um tempo”. Para comprovar o ocorrido, pedaços do solo foram retirados pelo grupo e encaminhados à ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) em Piracicaba.

“Quando há o contato de uma nave com o solo, na maioria das vezes fica a presença de radiação, ou então de eletromagnetismo. É isso que comprovamos através de exames científicos”, explica ela. Rosely comenta ainda que geralmente no local aonde as naves pousam, as plantas costumam secar e morrer dias depois, devido a essa mesma radiação. “E esta aparição não foi a única do sábado. Outro local no alto da serra também ficou no mesmo estado”. A ufóloga, possui aparelhos próprios que medem radioatividade, magnetismo, faz medições, entre outros recursos, tudo para registrar os fenômenos da forma mais científica e factual possível…

Essa postagem foi dica de nosso leitor: Dulley

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