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sábado, 15 de outubro de 2011

Leon Czolgosz

Em 6 de Setembro, Leon Czolgosz foi a exposição com um revolver Iver-Johnson calibre 32 "semi-automático" que havia comprado.

Com a arma encoberta por um lenço de bolso em seu paletó, Czolgosz se aproximou da procissão do presidente McKinley, que permanecia na linha de recepção do lado de fora do Templo da Música comprimentando o público por dez minutos. As 16 horas, Czolgosz consegue chegar até McKinley, que quando foi estender a mão para cumprimentá-lo, teve a mão empurrada e recebeu 2 tiros no peito, feitos pelo revólver de Czolgosz.

Leon Czolgosz foi parado pelo público que o imobilizou e o espancou tanto que quase ele poderia ser morto ali. Foi levado a cadeia de Auburn em que, logo após o seu longo julgamento de oito horas recebeu a sentença de morte na cadeira elétrica. Quando perguntou ao diretor da prisão se seria transferido para Sing Sing (outra cadeia) para receber a sentença, se mostrou muito surpreso por Auburn ter sua própria cadeira elétrica.

Antes de sua execução, as últimas palavras de Leon Czolgosz foram:

"Eu matei o presidente porque ele era o inimigo da boa gente, dos bons trabalhadores. Não sinto remorso pelo meu crime."

No entanto, quando os guardas começaram a prender ele na cadeira elétrica ele disse:

"Lamento não poder ter visto o meu pai"

Após a sua morte, jogaram ácido sulfúrico no corpo de Czolgosz junto com suas roupas e cartas. O objetivo era para que nunca ninguém as lê-se para conhecer seus argumentos por ter matado o presidente.

Só que tem uma coisa muito interessante: entre essas cartas, uma delas tinha um selo datado ao ano de 2218 e em outra, um cartão de plástico com números e códigos de barra.

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2 comentários:

Luca disse...

6 de setembro de que ano?

Igor Neves disse...

uau fiquei surpreso com isso..sera mesmo que se o presidente tivese vivo teria coisas diferentes hoje em dia.

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