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sábado, 28 de julho de 2012

O Ônibus- US Creepypasta

     Eu nunca me senti completa. Nunca estive satisfeita. Mas também nunca me interessei em fazer algo para mudar. Quando Robert, meu esposo não estava comigo, o que cuidava da minha ansiedade era passear com Billy. E ainda evitava que ele fizesse suas necessidades pela casa obviamente.
Eu fazia esse passeio pelas redondezas toda madrugada. Pelo menos até aquele dia. Eram 1 e 45 da manha, um babaca freou bem em cima de nós, por pouco não nos acertou. Apesar do susto o que mexeu comigo não foi isso, e sim aquele ônibus verde que apareceu. Lotado de passageiros, o motorista com cabelo milimetricamente penteado, com um sorriso que parecia sugar toda minha coragem. Ele estacionou, abriu a porta da frente e desceu.

- Está na hora de vir conosco Clarisse.
Ele disse com um tom acolhedor e ao mesmo tempo frio. Eu não entendia como ele sabia meu nome, nem porque passara por ali, já que havia nenhuma linha de ônibus nessa rua. Entre o medo, a desconfiança e a curiosidade, tudo que pude responder foi:
- Não, obrigado.
Virei-me e voltei para casa. Meu marido já havia chegado.
- Onde você estava amor?
- Fui passear com o cachorro.
- A essa hora de novo amor? Amor? Ei!
- Desculpe.
- O que foi?
- Robert, qual linha de ônibus passa na rua aqui em frente a nossa casa?
- Nenhuma amor. Faz quatro anos que moramos aqui e nunca passou sequer um ônibus, e caso alguma linha fosse criada aqui, acho que saberíamos. Por quê?
- Um ônibus parou pra mim hoje. E o motorista sabia o meu nome.
- O que? Como assim?
- Eu também não sei.
- Olha amor, você anda muito estressada com os preparativos do nosso casamento, ainda decidiu parar com seu remédio para ansiedade.
- Você está dizendo que eu sou louca? Eu não vi coisa. Era um ônibus, um ônibus de verdade.
- Não estou dizendo que não era amor. Apenas durma um pouco, descanse. Amanha vai perceber que pode ter sido algo da sua cabeça.
Fui-me deitar furiosa, mas sem admitir que o que ele disse fazia mais sentido. E realmente, acordei no dia seguinte mais leve e feliz por saber que finalmente seria o dia de escolher o vestido.
O olhar das moças do ateliê eram os juízes da minha escolha. Se eu escolhesse um que fizesse os olhos de todas elas brilharem, esse era o certo.
- O que é isso no seu nariz Clarisse?
Uma senhora me questionou com espanto.
- O que?
Minha calma e leveza foram embora quando levei as mãos ao rosto e percebi que o sangue escorria pelo meu nariz. Senti-me sufocada. Precisava de ar e por isso corri para fora da loja. Lá fora estava ele me esperando. Aquele mesmo ônibus. Os mesmos passageiros. E o mesmo motorista parado na porta com seu sorriso.
- Eu não posso esperar mais Clarisse. É hora de vir conosco.
- Não! Você não vai me levar!

   Naquele momento tudo fez sentido. Talvez aquele carro... Aquele carro não "quase" me acertou. Aquele carro me atropelou. É isso. Estou morta, não me resta nada a não ser me entregar. Mas agora não, agora eu tenho tudo. Vou me casar. Não posso abandonar tudo isso. E não vou! Voltei para dentro da loja.
- Moça, chame a policia, por favor!
- O que houve minha jovem?
- Aquele homem está me perseguindo!
- Quem?
- Aquele dentro do onib...
Era até óbvio. O ônibus não estava mais lá.
- Menina, sente-se. O que aconteceu? Seu nariz está sangrando.
Aquela gentil senhora limpava meu rosto e eu sequer podia sentir suas mãos. A imagem do ônibus, aquele sorriso macabro, nada daquilo deixava minha mente a sós por sequer um segundo. Acho melhor ir pra casa. Um banho deve esfriar minha cabeça.
A água fria pelo meu corpo me dava uma falsa sensação de alívio. Saí do banho e fui me secar. Meu cachorro me olhava quase implorando para passear.
- Desculpe Billy, você sabe quem está lá fora esperando por mim.
Será que esse seria o meu destino? Presa dentro de casa, com medo de um ônibus que sequer existe. Presa na dúvida. A vida é minha e ninguém pode me tomar. Pela primeira vez eu não senti medo. Eu estava pronta pra enfrentar tudo aquilo. Eu não podia fugir mais. O medo deu lugar à confiança. Aprontei Billy, pus um casaco e saí. Já era tarde mesmo, quase duas da manha. Depois de uma pequena caminhada, lá estava ele me esperando. Vi o ônibus fazer uma curva e vir até a mim. Ele estacionou e como sempre, o motorista desceu.
- Clarisse, não seja egoísta, você não é a única aqui. Você tem que vir conosco.
- Não, eu não vou!
- Você tem certeza?
- Tenho!

Eu gritava tão determinada que não percebi que Billy escapava das minhas mãos e entrava no ônibus.
- Não Billy, vem cá! Devolva meu cachorro!
- Não posso Clarisse, foi ele quem escolheu.
Eu não sabia se devia continuar e deixa-lo, eu o amava demais. Mas manti minha posição.
- Eu não vou! Essa é a minha vida eu escolho!
- Não Clarisse... Essa não é a sua vida. É a vida que você poderia ter tido...
O homem voltou para seu banco, fechou a porta e foi embora. Acho que agora sim, está tudo resolvido. Nunca mais verei aquele maldito ônibus. Sinto-me mais leve, porém de um jeito estranho. Toda aquela preocupação e ansiedade se foram, agora eu só vejo uma luz. Uma luz intensa. Finalmente eu acho que terei paz.

-

- Minha nossa, que horrível!
- Eu a conheço, ela se chama Clarisse, é minha vizinha.
- Esperem! O cachorro está vivo, isso só pode ser um milagre

Galera, acessem e sigam o meu blog, Augustos World. Me deem esse apoio aê! =P

terça-feira, 24 de julho de 2012

Ângelo- US Creepypasta

 Tenho 16 anos e... Ainda estou muito confuso pelo o que aconteceu... Não consegui entender ainda. Minha família foi viajar uns dias atrás, e eu estava mexendo no meu PC tranquilamente. Estava na internet, vendo vídeos, visitando alguns blogs, coisas normais que qualquer pessoa normal que use internet faz. De repente o telefone tocou. Detesto ter que deixar de fazer minhas coisas para atender o telefone, mas lá fui eu atender.


- Alô, quem é?
- Me chamo Marina, gostaria de falar com o Ângelo. Quem fala? É o Ângelo? 
- Não, me chamo Júlio. E não tem ninguém chamado "Ângelo" aqui.
- Mhh... Foi engano, então. Desculpe. Tchau.


  Voltei nervoso para o PC. Odeio atender o telefone, principalmente quando é a toa. Eu decidi tirar logo a tomada do telefone.
Estava lá eu feliz vagando pela internet quando recebo um email de um tal de "silva.ange1o55@gmail.com". O email era sem assunto e o corpo tinha apenas a palavra "OI". Achei estranho, mas deletei na hora. Provavelmente spam ou alguém que não tem nada pra fazer me mandou isso. 


   Continuei na internet tranquilamente. De repente recebi outro e-mail igual, da mesma pessoa. Eu exclui de novo. Antes mesmo de sair da página, recebi outro. E depois outro, e outro. Eu fiquei lá parado com cara de bosta apenas observando essa chuva de e-mails, e não fazia nada. Quando finalmente parou, vi que o mesmo desgraçado me enviou 50 vezes o maldito e-mail. Fui excluindo um por um, e todos eram a mesma coisa, menos o último. A mensagem do último era "NÃO FOI ENGANO NÃO". Eu me arrepiei quando vi essa porra e logo em seguida parei pra ler direito o nome do cara que estava enviando os e-mails. "silva.ANGE1O55". A mulher que ligou pra cá queria falar com um tal de Ângelo. 
  Não. Na hora pensei que aquilo só podia ser pegadinha de algum amigo meu. Não fazia sentido nenhum. Confuso, a única coisa que eu pensei foi fazer um filtro pra bloquear qualquer e-mail que viesse desse cara. Continuei mexendo no computador, mas não conseguia parar de pensar em toda aquela situação. Eu estava quase esquecendo isso, quando de repente a força acabou, e eu levei um susto do caralho.


  Pra piorar a situação, meu celular toca, e meu coração quase sai pelo nariz. Vi que era um número da minha irmã, e fiquei mais tranquilo. Atendi.


 - Alô, Sofia? Porra, tá acontecendo uma merda muito estranha aqui.
- ....
- Sofia?
- OI.


  E o celular desligou. Nessa hora eu senti o pior calafrio da minha vida toda. Peguei o celular e liguei para o número da minha irmã. Não consegui acreditar na hora, mas eu ouvi o toque do celular dela vindo de seu quarto. Nessa hora, meu coração estava batendo tão rápido que parecia que ia saltar pra fora do meu corpo. Eu comecei a suar horrivelmente. Tinha alguém na minha casa! Por alguma razão meu instinto me mandou ir até o quarto dela. E eu fui.
  Decidi atender o celular. Ouvi silêncio por uns 10 segundos. Eu estava tremendo pra caralho. Estava prestes a desligar ele, quando de repente eu ouvi aquela voz maldita:


- OI. Estou chegando aí.


 Nesse momento não pensei em mais nada: Abri a janela e pulei. Saí correndo da minha casa como se não houvesse amanhã. Deixei tudo lá. Liguei pra polícia e disse que tinha um cara na minha casa, e não fazia ideia de como ele tinha entrado lá. A polícia chegou, e como em toda a situação parecida, eles não acharam nada. Aí eu lembrei da tal Marina que tinha me ligado. Decidi ligar para ela pela delegacia.


- Alô, quem é?
- QUEM É ÂNGELO?
- Calma! Quem é que está falando aí?
- SOU O JÚLIO! Não lembra não?
- Ah... Mhh... Ah tá. Por que você está ligando?
- QUEM É ÂNGELO, PORRA?!
- Não sei. É um cara que ficava ligando pra mim e falando umas coisas estranhas. Uma hora fiquei cansada e decidi retornar. 
- Desde quando ele ficava te ligando?
- Ele começou há dois dias. O número dele ERA EXATAMENTE O MESMO QUE O SEU. Achei estranho e decidi apenas bloquear o seu telefone.
- O mesmo que o meu? ELE COMEÇOU HÁ DOIS DIAS?
- É, por que você está tão nervoso?
- Olha, eu apenas sugiro que você mude de casa agora!


Eu ainda não consigo acreditar... Um cara ficou escondido na minha casa por DOIS DIAS, E EU NÃO VI! Neste momento estou na casa dos meus tios. Ela não fica muito longe de minha casa. Minha família já foi avisada do acontecido. Eu tenho certeza que esse cara sabe onde eu estou! Fiquei sabendo que a tal Marina foi atacada por esse Ângelo pouco depois de eu ter ligado pra ela. O marido dela foi morto. 


  Ainda não consigo acreditar que fiquei tão perto dele por dois dias! Agora eu estou desconfiando de todo os lugares! Mesmo se eu for para a CHINA, eu ainda vou sentir que ele está perto de mim. Espero que ele seja pego em breve. Não aguento mais, estou ficando louco!


Slenderman- O Jogo

   E aí galera, beleza?
   Atualmente, um dos jogos que eu joguei, foi o "Slender", um ótimo, e aterrorizante game. Nele você encarna uma personagem feminina, presa em uma floresta, e lá você precisa encontrar 8 folhas de um diário. A medida em que você avança no jogo, o slenderman fica cada vez mais perto. Na primeira folha, você começa a ouvir passos e uma terrível música. Na segunda, ele passa a te observar escondido, na 3, ele te segue ainda mais de perto. Na 4, ele nem se preocupa mais em se esconder, e se você se virar, fim de jogo. E na quinta, que eu foi o máximo que eu consegui atingir. A música fica bem mais tensa, e ele te segue muito de perto. Chegando até a passar a sua frente  e fazer você olhar para ele. O jogo está liberado de graça na web, aqui está:  http://www.mediafire.com/?vql3a6fbjq0qbbv
     A história desta criatura já foi postada aqui no blog, então para entender melhor, deem uma olha. Até mais!

The Possession - F-I-L-M-A-Ç-O

The Possession

Tem medo de filme de terror? Então nem olhe este trailer! Baseado numa história real, o filme de terror Possession, versão ficcional de uma reportagem publicada no jornal Los Angeles Times, intitulada "Jinx in a Box". A reportagem se refere a um armário de vinhos comprado no eBay, levado para os Estados Unidos por uma sobrevivente do Holocausto logo após a Segunda Guerra Mundial, que trouxe consequências terríveis para seus compradores. A estreia nos EUA acontece em 31 de agosto e em 26 de outubro por aqui no Brasil.



© VIA: http://mataleone1.blogspot.com.br/2012/07/the-possession.html

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O Manequim- US Creepypasta

1º de junho, 1922 
Querido diário,
Minha mãe me deu um manequim para pôr meus acessórios na vitrine da loja. É estranhamente pesado para um manequim, mas um manequim afinal de contas. Agradeci muito, já que provavelmente atrairá mais mulheres para minha loja de roupas.

5 de junho, 1922
Querido diário,
Eu estava trabalhando na loja hoje quando um cliente alarmado me disse que o manequim o estava encarando. Isto é estranho, já que o manequim não possui olhos. Apenas uma face em branco. Fui verificar o manequim, e pareceu mesmo que ele estava me encarando intensamente. Estranho.

6 de junho, 1922
Querido diário,
Hoje o dono da loja de penhores vizinha sumiu. Fiquei triste, já que éramos amigos. Também parece que meu manequim desapareceu. Deve estar nos fundos.

7 de junho, 1922
Querido diário,
Achei meu manequim. Algum louco o vestiu com as roupas do dono da loja de penhores e o colocou do outro lado da janela! Eu sou agora suspeita de assassinato do pobre homem! Isso é completamente absurdo! Eu mal posso esperar até ele ser encontrado!

15 de junho, 1922
Querido diário,
Hoje eles declararam o pobre homem como morto. Eu sou a maior suspeita de tê-lo assassinado. Estou muito assustada! Porque a polícia pensa que fui eu?!

1º de julho, 1922
Não

3 de julho, 1922
Alguém arrancou uma folha inteira do meu diário. Para substituir a página, resumirei o final de junho. Minha irmã está desaparecida. Novamente, algum assassino cruel colocou as roupas no meu manequim! Meus clientes continuam me contando histórias de manequins encarando, e agora fazendo expressões faciais para eles. Eu vou tirar este manequim daqui e vendê-lo, está assustando os clientes.

4 de julho, 1922
Você vai se arrepender disso

5 de julho, 1922
Algo está acontecendo. O manequim foi movido até o fundo da loja. Eu ouço pessoas batendo na minha porta à noite, minha janela foi arrombada. Eu ainda não achei um comprador para o manequim. Eu mandei um anúncio para o jornal, mas alguém trocou-o pelas palavras "Não não não não não não!".

10 de julho, 1922
Minha mãe! Ela desapareceu também! Independente do lugar onde fico na loja, o manequim agora não para de me encarar! Minha pobre mãe! Onde será que ela está?

17 de julho, 1922
As roupas dela! As roupas dela NO MANEQUIM! Eu não acredito que me tomou tanto tempo para entender, mas eu acho que é o manequim!

18 de julho, 1922
MORRA
-

Esse diário era um dos itens encontrados na casa da desaparecida Mary Stanfield. Suas roupas foram encontradas no manequim de sua loja. O manequim foi vendido a um novo dono em NY.
Augusto Victor

Respeite Seus Pais- US Creepypasta


03/04/1912
Entro em meu quarto bufando de raiva e ódio, sei que para alguém de minha idade não é normal sentir isso, mas ainda sim eu sinto, quem ela pensa que é gritando comigo daquele jeito?  Ela se acha a dona da razão, quer sempre estar certa e sempre me dar ordens, meu pai sim era um grande homem, mas desde que ele morreu, ela não faz outra coisa se não mandar em mim, queria fugir, e fico feliz por faltar apenas dois anos para eu completar a maior idade e sair daqui,

06/04/1912
Bah. Odeio escrever esse diário, mas meu professor me disse que seria uma boa colocar meus pensamentos em algum lugar. Que raiva, hoje ela me disse para ajudar nas tarefas domésticas, ela não vê que eu estudo e trabalho meio período?  O que mais ela quer de mim?


08/04/1912
HAHAHA, ela me disse que me ama e que se preocupa comigo, que só quer o meu bem.
Pro inferno com isso, a única coisa que eu quero é sair um pouco da presença dela, vou até a biblioteca ler alguma coisa, afinal lá deve ser melhor do que aqui.


09/04/1912
Legal, encontrei um livro de espíritos, tem bastante coisas aqui, até um ritual para libertar almas condenadas. Minha mãe diz não querer que eu leia isso, tomou o livro de mim e o escondeu na estante. Eu sei que ele está lá é só uma questão de tempo até ela ir as compras, e me deixar aqui sozinho.


10/04/1912
Como sempre me deixei levar pela empolgação, ontem fiz um ritual do livro, no livro não dizia o que ele faz, apenas tinha o titulo de ”Criança triste” envolvia velas riscos no chão essas coisas, mas foi apenas perda de tempo, a única coisa que consegui foi outra bronca dela que quando chegou das compras me viu com o livro em mãos e me fez limpar os riscos do chão, Megera.


11/04/1912
Droga ela devolveu o livro para biblioteca.  Tudo bem aquela coisa nem funcionava mesmo, não fiz nada de mais hoje então não tenho muito que escrever aqui, deixei leite fervendo no fogão, um copo de leite sempre me ajuda a dormir.


12/04/1912
Não acredito, ela tomou meu leite ontem a noite, sabia ela nunca me enganou com aquele olhar de boazinha, mas não a confrontei por isso, afinal quando eu fui ver o leite não estava mais lá. Sei que ela bebeu, acho que foi por falta do leite que eu não consegui dormir bem ontem a noite.

17/04/1912
Chega, já faz cinco dias que ela está roubando meu leite, vou tirar satisfações com ela afinal já faz 5 dias que estou tendo pesadelos, acredito ser devido a falta de leite.


18/04/1912
Estranho ontem a noite ela jurou que não tomou o leite que fervia, sei que ela está mentindo, mas é como se uma parte de mim acredita-se nela, mas tenho problemas maiores agora, tem m buraco na parede que faz com que um ar muito gelado chegue ao meu pescoço durante a noite, mas o estranho é que durante o dia eu não encontro esse buraco. Amanhã eu procuro melhor, agora deixa ir preparar meu leite.


20/04/1912
Já faz um dia que não escrevo nada, ainda estou tentando esquecer e entender o que aconteceu na noite do dia 18, mais uma vez beberam meu leite, e minha mãe não estava em casa me assustei com a situação e logo me convenci que algum gato deve ter entrado aqui e tomado o leite. Ao me preparar para dormir senti falta da segurança que a presença daquela mulher me faz sentir, mas minha mãe teve que dormir fora está noite devido a negócios, melhor pra mim, a presença dela me da segurança, mas também me da raiva. Mas então o inexplicável aconteceu, aquele vento gelado no meu pescoço me fez acordar, ainda meio sonolento girei na cama e procurei pelo interruptor na parede. Ao acender a luz o vento gelado para, e eu olho para o lado quando vejo uma jovem criança de cabelos loiros olhos com bordas brancas e com o centro negro, com um singelo bigode de leite em seu rosto, ele se aproxima de mim e fica tão próximo que duas gotas de seu bigode de leite caem em minha testa (o leite está fervendo mas nem dou atenção) não sinto medo apenas um grande arrepio que percorre por minha coluna. Ao chegar perto de meus ouvidos ele diz as seguintes palavras:    “se você não a quer,  vou pegar ela pra mim” . Em uma voz tão inocente que chegava a assustar. E então eu acordei. Estava tonto, me levantei e fui até o banheiro, ao me olhar no espelho vejo  duas marcas de queimadura em minha testa, ainda estava um pouco húmida, eu provei... Tinha gosto de leite.


21/04/1912
Finalmente estou tranquilo, minha mãe volta hoje, melhor não contar a ela o que aconteceu, afinal não quero que ela se preocupe comigo, quero apenas ela aqui para me dar segurança, e finalmente vou ter coragem para dormir de novo. Venho tendo muitos pesadelos onde estou sozinho em uma casa abandonada e aquela criança aparece e começa a rir de mim.


22/04/1912
Minha mãe não chegou ontem, talvez ela deva ter se atrasado, sei que ela vai chegar daqui a pouco.


30/04/1912
Já faz nove dias que ela deveria ter chegado, ela só está um pouco atrasada, consegui voltar a dormir, mas venho tendo muitos pesadelos onde estou sozinho em uma casa abandonada, e aquela criança aparece e começa a rir de mim. Sinto falta da minha mãe.
31/04/1912
Recebi hoje uma carta de uma tia, ao abrir a carta não consegui conter as lagrimas e entrei em desespero, minha mãe havia cometido suicídio.
Na carta minha tia dizia para pegar minhas coisas e ir morar com ela, sentei em um canto e comecei a chorar. Me senti responsável por ela cometer tal ato, fiquei em posição fetal balançado pra lá e pra cá na parede até que sem querer bati com a cabeça na mesinha do corredor enquanto estava sentado, de um fundo falso caiu um livro, o livro dos espíritos. Junto com ele um bilhete, era a letra da minha mãe dizia:

Querido Luiz,
Saiba que se faço isso é por que te amo, mesmo que você não de valor a esse amor eu sempre te amarei, já há dias venho sendo atormentada por uma estranha criança que só existe em meus sonhos, uma criança que eu sei que é real, eu sinto. Ela me diz que vai te machucar, a menos que eu parta com ela, e eu prefiro morrer a te ver machucado, não posso fazer isso perto de você e já suportei tempo de mais esse espirito que me segue em sonhos, sempre vigiarei por ti meu filho.
Com amor, Mamãe.

E no final do bilhete havia uma escrita quase que ilegível. Dizia:
ELA ESTA COMIGO AGORA.

 -
15/04/2012
Jaz faz um século que estou aqui sentado, esperando que minha mãe retorne acho que ela não vai retornar, preciso de uma mãe, estou muito triste. Agora me diga como anda seu relacionamento com sua mãe? Vocês brigam muito? Se você não a quer...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Zombie Walk São Paulo 2012 - Participe

Olá Leitores. Então, como vocês já devem saber, Faltam apenas:

Para a Zombie Walk SP 2012
E claro, o Blog Estranho Universo não vai ficar de fora,
"Pelo menos, eu não".



E vc, Vai?
Deixe seu comentario, seu nickname. Quem sabe a gente não se vê por lá?


Para mais informações sobre o Evento:

2012


© Blog Estranho Universo & Zombie Walk SP

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Seria uma Bruxa?

Video de "humanóide" voador, que muitos dizem ser uma bruxa voando sobre  Monterrey - México 





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