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terça-feira, 27 de agosto de 2013

E se?! - Um mundo relativo (Vinda do Augusto's World)

  E aí galera, beleza?!

  Hoje, após muitas luas, eu estou reerguendo este blog. Mas antes, um pedido de desculpas. Eu sei que neste blog, nós temos leitores fiés sim. Leitores que, pela minha falta de tempo, entre outros motivos, ficaram sem suas semanais postagens e sem um meio de se ocupar enquanto aproveitam o mais puro terror.
   Porém, vocês podem (e devem) me ajudar a restabelecer o império. Como? É simples. Dando suporte a campanha ''US Creepypasta''. Envie sua história. Participe: augustovic3@gmail.com
   Isso, irá nos reerguer!

Pois bem, vamos a creepypasta da vez!

  Esta creepy, criada por mim, teve seu diretório original no meu blog: Augusto's world. Mas pelo seu teor, e sem me gabar, sua alta qualidade, trago ela à vocês. Enjoy!
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E aí galera, beleza?
  No post da vez, eu vou fazer uma leve citação sobre relatividade e criatividade. A relatividade de um momento para outro. De uma pessoa para a outra.

    Deixe-me tentar adivinhar: Aí está você, lendo isso. Simplesmente dedicando o seu raro tempo à uma simples postagem ( não que isso seja um problema XD), tudo bem, é uma boa ocupação. Mas ainda assim, no mundo, nem todos tem essa paz. Até porque, está é a nossa terra.

     Também, não é segredo, que todos nós temos lá uma conexão. Uma conexão, que se, incentivada fortemente, pode estimular uma troca de sensações. Por isso, a partir de agora, eu preciso de sua total concentração.
     
     Imagine que, enquanto você lê isso, na Ásia, uma garota acaba de ser sequestrada. Uma criança. Enquanto você mantém seus olhos neste texto, ela fecha seus olhos e sonha com a cena de seus pais a resgatando. Coma ela está enganada.

      Imagine a sensação, o medo. O s homens que a raptaram, não queriam dinheiro. Apenas um ser vivo descartável. Apenas uma boneca cheia de sangue para um pouco de diversão. E, enquanto você lê, a garota começa a ser violentamente estuprada por 3 homens adultos. Homens sem piedade. Seres sem coração. Ela chora. Você lê.

      Enquanto você espera uma final feliz para a pobre criança, ela reza. Reza apenas para desmaiar. Reza em vão. Os homens, que a pouco apenas mantinham violentas relações sexuais como uma criança de 9 anos, agora se cansaram de sexo. Eles agora querem sangue. Querem mutilação. Querem dor com uma pitada de prazer.

      Você está imaginando a cena. Os gritos, de uma pequena e indefesa criança, cercada, e isolado no meio do nada. Eles usam facas. Usam facas para abrir mais e mais a entrada da vagina desta pobre criança. A criança que, a este ponto, já reza para morrer. Ainda assim, a punição sem causa continua.

      Ela sangra. Sangue por toda a parte. Seu pequeno clítoris, agora esta no chão. Junto com grandes pedaços de seus lábios vaginais.  Você, que antes apenas imaginava, agora está lá, junto dela. Mas não junto a dor, à dor de uma lenta tortura de alma. Junto, ao prazer daqueles que amam esta situação.

      É engraçado não é? Você não entende o que ela fala, você não entende aquele sangue todo, mas ainda assim, curte aquela cena. Eu imagino o porque. O sangue dela, agora suja suas mãos.

      A relatividade é incrível, antes, você era um simples leitor, agora, você é um estuprador pedófilo que pegaria pena de morte em todas as nações que permitem esta punição. Essa é a sua mente em ação. Esse é o seu "eu" relativo. Este é o seu poder de imaginação. E esta, é a sua relatividade.

      Agora, no final deste texto, eu te trago de volta para cá. E apenas posso dizer: Não importa a sua situação, relativamente a você, à sempre alguém sendo punido sem nem sequer ter feito nada. E relativamente, você está punindo este inocente. E relativamente, você está sendo punido. Essa é a nossa vida. Aceite.



Augusto Victor


Acesse Também: Augustos World

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2 comentários:

Anônimo disse...

Acompanho desde que ele foi criado.
Espero que postem com mais frequência.

Luisinho disse...

Cadê as novas postagens? O blog foi abandonado?

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