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sábado, 30 de junho de 2012

Quieto

Já parou pra perceber como ficamos quietos e calados quando estamos sozinhos? Aposto que não percebeu, ao menos até agora. Até porque, não tem com quem falar, certo?
Certo?

Você escuta música, tenta rir pra disfarçar a ansiedade, mas se ficar pensando muito nisso, ah, não é bom, você vai começar a olhar pra os cantos em ansiedade, vai pensar então em falar consigo mesmo, tentar fazer alguma coisa soar a seus ouvidos, algo são, porque esses barulhos que você fica ouvindo não são muito confiáveis. De onde vem, hein? hã?
O que?

Falar consigo mesmo não foi uma ideia legal, e se alguém quiser entrar na conversa? Se alguém quiser falar algo? Você vai ouvir? Você vai saber de onde veio a voz? Vai ficar só esperando ela falar ou vai convidar gentilmente pra uma conversa? E se eu falar com você agora? Acho que vou bater na sua porta.

Mas antes me diga.

Que voz sou eu na sua cabeça? E quem são essas outras? Quando se deitar para dormir, vamos ter uma conversa.

Adormecido

   
     Vou começar dizendo que não sou muito supersticioso. Eu sempre fui uma pessoa muito independente em relação a isso tudo, e  sempre considerei só como histotinhas. Mas algo ocorreu que é um pouco difícil de explicar.

     Meu irmão Bill nunca foi a pessoa mais normal do mundo. Ele agioa meio estranho  as vezes e tomava remédios desde pequeno para controlar a esquizofrenia borderline dele. As vezes falava coisas estranhas, via coisas estranhas e e tudo mais. Não estou dizendo que ele era idiota, pelo contrário, é um ótimo moleque,  mas ele também era obcecado com essas coisas de meditação e sonhos lúcidos. Nos últimos 11 anos ele tem mantido relatos sobre as experiências. O que vão ler a seguir, é o último registro desse relato. Mantive as datas fora, mas não editei nada do registro.

     "Nos últimos cinco anos, tenho praticado sonho lúcido, e tenho ficado bom nisso. Se não está ciente do que  se trata, sonho lúcido é uma prática meditativa que lhe permite ter controle do  seu sono. Essa parte não é muito importante. A parte que interessa é a projeção astral. Não é controlar os sonhos, é sair do corpo e viajar sem limite de tempo fora dele, voltando quando bem entender, e tudo mais. A  única diferença entre projeção e sonho lúcido é que na projeção  você pode ferrar as coisas de verdade se não tomar cuidado. Se você se projetar para longe demais do seu  corpo e não conseguir voltar, coisas horríves podem acontecer, desde entrar em coma até...
Quando se projeta, tudo se intensifica, cheiros, sensações, sentimentos, visão, tudo, tudo se intensifica. Eu consigo praticar durante o dia, e geralmente em um momento de felicidade e tranquilidade, quando conseguia em concentrar e me sentia confiante. O mais longe que consegui chegar foi a 5 metros do meu corpo. É bem divertido, você pode sentirseu corpo flutuar e tudo ganah um outro aspecto.  Nunca praticava muito durante a noite, mas um dia fiquei sem tempo durante a manhãe  resolvi praticar a noite mesmo. Então vi algo terrível, vi e vivi, na verdade, não consigo me esquecer, e dói ao me lembrar, esses dois dias que se passaram depois do ocorrido tenho evitado dormir, mas acho que não aguento mais.

      Na noite em que tentei (e infelizmente consegui) eu  estava terrivelmente deprimido e mal,  sentei na cadeira do computador e comecei a meditar. Demorei mas do que o  de  costume, e após uns quarenta e cinco minutos, comecei a sentir meu corpo ficar mais leve, minha mente flutuar e meus problemas sumirem. Me senti em outro estado mental, me afastei de meu corpo e pude me ver sentado na cadeira, fui até minha janela e olhei para o meu quarto, olhei para fora e vi a chuva que caia, senti-me muito livre e decidi ir mais longe.   Eu nunca tinha saído do quarto, mas nessa noite resolvi sair pela janela. Quanto mais você se distancia, mais controle você perde dos movimentos. É como realmente se separar de sí mesmo.

     Dependendo da pessoa que está se projetando, o tempo pode  passar rápido, ou devagar. Devido a minha falta de experiência, o tempo passava significativamente rápido para mim. Como se fosse um relógio acelerado.

      Eu parecia muito pacífico dormindo. A essa altura da noite, todas as luzes da minha casa estavam apagadas. Foi aí que aconteceu. Quando virei meu rosto para dentro do meu quarto outra vez, vi um homem alto  dentro do meu quarto. Eu não o reconheci,  mas ele se  moveu lentamente e ficou parado na frente do meu corpo. Era velho e enrrugado,  alto demais para não ser desengonçado, velho demais para manter aquela postura. Tinha cabelo branco até a nuca e  estava de preto da cabeça aos pés. Ficou parado e meu cachorrocomeçou a ganir, colocou  o rabo entre as pernas e se urinou, saindo devagar do quarto. Ele só podia ter invadido pela janela sem que ninguém percebesse ou algo assim, meu pai ou meu irmão teriam notado. Bem, obviamente não era um ladrão qualquer ou algo assim, até meu cachorro notou isso. Me perguntei quem seria, como ele entrou no quarto, se podia me ver, o que queria, e todos esses pensamentos bloquearam meus movimentos. Eu  deveria ter voltado ao meu corpo, mas  não consegui, sequer involuntariamente. Só pude ficar ali, flutuando e olhando ele.
Horas se passaram e ele não movia nenhum músculo,  e quando o dia ia amanhecendo, meu irmão entrou no quarto.

     Ignorou totalmente a presença do homem estranho e passou por trás da minha cadeira até meu armário, pegou alguma coisa e passou pro mim de novo. Parou do lado do homem sem vê-lo, e me deu um tapa na cara. Um bem forte. Eu não voltei pro corpo. Então deu outro, bem mais forte. Ficou parado me olhando e logo depois  saiu do quarto, como se não houvesse nada de errado. Porque meu irmão não viu ele. Porque meu cachorro viu ele. Porque eu não consigo voltar para meu corpo. Que. Porra. Tá. Acontecendo.
 
      Desisti de me mover. É como estar paralisado por alguma droga, e flutuando aqui, não é tão bom assim, é enlouquecedor ficar parado tanto tempo. Quero   gritar mas não consigo mover a boca. São seis horas da manhã, e a chuva começa a parar, não sei o que fazer a  não ser esperar alguma coisa. O homem ainda está lá, olhando meu corpo.  De súbito, todos os sons cessam. Não ouço nada, não sinto nada, nada de nada. O homem então move o tronco e o pescoço, se vira aos poucos e olha diretamente em meus olhos. Sua cara é branca e seus olhos são  fundos e negros, e parecem sugar a luz ao redor. Seu rosto é coberto de cicatrizes e ele abri um sorriso lento para mim. Não é feliz, nem assustador, é só um sorriso cordial. Ele deve ter uns  oitenta dentes e sua boca e grande demais pra ser humana. Ele sorri mais e mais e coloca um dedo na frente da boca, fazendo um "ssshhh". Lentamente ele andou e saiu do meu quarto, passando pela minha  porta ele abaixou quase metade de sua estranha envergadura e seguiu pelo corredor na curva até sumir de vista.

      Fui  jogado bruscamente de volta ao meu corpo e pareci receber uma imensa carga de adrenalina e fiquei ofegante por  uns 6 minutos até me recuperar. Saí correndo do meu quarto atrás dele mas não vi nada. Voltei e quando estava começando a construir provas para mim mesmo de que havia  sido somente um sonho, pisei em algo molhado, e vi que era a urina do meu cachorro, que estava encolhido num canto, ganindo baixinho.

     Olhei para cima da minha escrivaninha e vi um papel dobrado. Relutei muito em abrir, mas acabei por fazê-lo, e demorei pra entender a letra, que parecia ter sido escrita pela mão esquerda de um destro. Dizia: "Estará comigo logo logo, as visões do inferno nunca deixão seus espectadores." Não posso contar isso a ninguém. Acho que finalmente está tudo desmoronando. Meu deus. Tem marcas de pé no meu carpete. Dois pés enormes, de frente para minha cadeira do computador."


    Essa é a última página do registro. É a última página e eu não sei o que ele fez a respeito disso. Não sei nada sobre sonho lúcido ou projeção astral. Meu irmão Bill morreu quatro dias depois de escrever isso. Morreu enquanto dormia pesadamente. Ele tinha dezoito anos, nunca bebeu nem fumou, e nunca  teve nenhum problema de saúde além dos mentais. Sonhei  com ele noite passada, ele pediu para que eu lesse seu diário.  Me prometeu voltar mais vezes. Mas ele não se parece muito com ele mesmo. Não tenho certeza se quero que ele volte.




sexta-feira, 29 de junho de 2012

Aquecimento Global: Conspiração?




Aproveitando que estamos na época de "conscientização" e também que a Rio+20 acabou, resolvi trazer uma teoria conspiratória. A do aquecimento global.

Todos nós sabemos o que é o Aquecimento Global. Não há qualquer dúvida de que o clima está a aquecer, com consequências que se podem tornar catastróficas para algumas comunidades.

Parece que o homem está finalmente, depois de destruir muitos ecosistemas, afectar directamente o clima, a começar a pagar a sua irresponsabilidade. Certo? Errado!

Tenho boa memória, e li muitos livros. Nos anos 40 do século XX, houve um arrefecimento global do clima. O inverno de 1942, por exemplo, foi o mais frio registado no século, e a temperatura global continuou a cair pelos 30 anos mais próximos, até por volta de 1975, coincidinto com o período de industrialização mais desenfreado do após-guerra. Este fenómeno preocupou o público. Estaria a terra a aproximar-se de uma nova Idade do Gelo? Li alguns livros de cientistas, escritos nos anos 60-70, defendendo a teoria de que a poluição e a emissão de CO2 para a atmosfera estava a provocar um arrefecimento global e a vinda a curto prazo de uma nova idade do gelo. Esta teoria foi paulatimamente esquecida, porque o clima começou a aquecer, e manteve-se razoavelmente estável nos anos 70 e 80. Mas continuou lentamente a aquecer, e na última década acelerou o aquecimento. Então, começamos a ver artigos de cientistas de que o homem, destruindo ecosistemas e aumentando a emissão de CO2 para a atmosfera, está a provocar o aquecimento global do clima. Não deixa de ser estranho que, no prazo de cerca de 40 anos, os mesmos fenómenos sejam identificados primeiro como provocadores do arrefecimento global, e agora provocadores do aquecimento global.

Estará então o clima em constante mutação?

Na realidade, sim. De acordo com todas as informações que possuímos, o clima nunca foi estável, e quer aqueceu quer arrefeceu, e em intervalos historicamente muito curtos. Outras alterações mais drásticas ocorrem periodicamente também em intervalos muito maiores, como as idades do gelo. E a ciência tem inúmeras provas de que o clima da terra está em constante mutação.

A história recente mostra-nos muitos exemplos. por exemplo, o reinado de Luís XIV correspondeu a um período de aquecimento global e de clima anormalmente quente. Luís XVI teve menos sorte, o seu reinado foi marcado por um clima anormalmente frio, ao ponto de o rio Sena gelar em Paris e o vinho ser vendido à machadada. A agricultura falhou, criando uma falta generalizada de pão, que adicionada à especulação desenfreada dos especuladores nos preços do pão, contribuiu para a Revolução Francesa.

Temos também registos de momentes relativamente recentes em que o clima esteve mais quente do que se encontra agora. Tal aconteceu nos séculos XII e XIII, o que coincidiu com os momentos altos da Idade Média e das suas grandes realizações. As calotas polares não desaparecerem, tal como os ursos polares, nem houve aumento catastrófico do nível dos oceanos.

Mas então o que provoca estas alterações climáticas?

Aplicando uma simples relação causa-efeito e o simples bom senso, o primeiro factor que devemos ter em conta é a única a fonte de calor do Sistema Solar e da Terra: o Sol.

Encontramos uma correlação directa. O Sol, como qualquer outra estrela, não irradia uma quantidade constante de energia. Na realidade, a quantidade de radiação vai variando, aumenta e diminui periodicamente, num ciclo que demora vários anos. As pulsações podem variar de intensidade e ser mais suaves ou extremas.

Outro factor que pode também alterar a quantidade de calor recebida pela terra é a existência de poeira interestelar, tornando o “vácuo” menos transparente. Assim, a quantidade de radiação solar que atinge a Terra diminui. O Sistema Solar, há medida em que a nossa galáxia vai rodando, atravessa núvens de poeira interestelar periodicamente. De facto, as principais idades do gelo que acontecem periodicamente coincidem com a passagem do sistema solar por estas núvens.

Procuramos então saber o actual estado do Sol. Segundo as publicações científicas, encontramos a informação de que a radiação que o Sol irradia se encontra num máximo nunca antes registado desde que se começou a medir a radiação solar, e parece continuar a aumentar de intensidade pelos próximos anos.

De facto, o planeta menos afectado por este aumento sem precedentes da radiação solar é a Terra, graças à tendência estabilizante da vida e do ecosistema.

A NASA tem registado nos outros planetas alterações bem mais importantes do que na Terra. As calotas polares de Marte têm vindo a diminuir a um ritmo bem mais acelerado do que na Terra. Os satélites de Júpiter e Saturno, que na sua maioria não passam de gigantescas bolas de neve, o degelo tem sido constante gerando grandes “mares”.

E o CO2?

O CO2 é um gás fundamental para a existência de vida na Terra. De facto, é a principal matéria-prima da vida. É do conhecimento geral que as plantas absorvem CO2 e produzem oxigénio. O CO2 é a única fonte de Carbono para a matéria viva. Toda a matéria viva é composta de Carbono, Hidrogénio e Oxigénio. E todo o carbono existente na bioesfera tem a sua origem no CO2.

Um índice elevado de CO2 na atmosfera favorece o desenvolvimento das áreas verdes. Numa Terra afectada pelo desflorestamento, um nível elevado de CO2 é o melhor que podemos fazer para o combater.

E a Terra tem um gigantesco regulador da quantidade de CO2 na atmosfera: o oceano. O CO2 é altamente solúvel em água (daí ser usado nas bebidas gaseificadas), o que significa que um aumento de CO2 na atmosfera faz com que mais CO2 seja absorvido pelo oceano. O que é bom, porque o CO2 servirá então para o desenvolvimento do fitoplancton, o maior responsável pela produção de oxigénio na terra e a base de toda a cadeia alimentar nos mares.

Mas então e o efeito de estufa?

Sim, o CO2 é um dos muitos gases que contribui para o efeito de estufa. Mas não é de maneira menhuma o mais importante.

Na atmosfera da Terra, existes diversos gases causadores de efeito de estufa. O que não nos é dito é que apenas um deles é responsável por 95% do efeito de estufa: O VAPOR DE ÁGUA! O CO2 é apenas um dos outros vários gases que contribuem em 5% do efeito de estufa na Terra

O CO2 é também um gás que favorece a produção de Oxigénio, um gaz que reduz o efeito de estufa. A situação é tão complexa que a comunidade científica está dividida quanto à influência do CO2 na temperatura global. Muitos defendem que um índice elevado de CO2 contribui de facto para o abaixamento da temperatura global.

Sabemos também que a erupção de um único vulcão de bom tamanho envia para a atmosfera mais CO2 que todo o CO2 produzido pelo homem em um ano!

De facto, a humanidade como um todo contribui com uma percentagem mínima do CO2 libertado na atmosfera, que por sua vez contribui numa percentagem mínima para o efeito de estufa. Mais to que a humanidade como um todo, os vulcões libertam grandes quantidade de CO2 na atmosfera. Muito mais que os vulcões, o conjunto de todos os outros seres vivos, também liberta CO2. Acima destes, temos a libertação de CO2 para a tmosfera da vegetação morta, tal como as folhas mortas libertadas pelas árvores no Outono. E muito, muito, muito acima destes todos, temos o maior libertador de CO2: o mar.

A atmosfera terrestre produz algum efeito de estufa, sempre o fez. Claro que esse efeito de estufa se deve na sua quase totalidade ao vapor de água. Na realidade, a Terra seria inabitável sem efeito de estufa, tal como seria inabitável sem CO2.

O CO2, um poluente???

Chamar de poluente ao CO2 é simplesmente criminoso. De facto, o nível de CO2 actual encontra-se abaixo da média em que se encontrava na última idade do gelo. Vivemos uma época de carência de CO2, e a tendência de desertificação que se tem verificado é também consequência desse baixo índice de CO2 na atmosfera.

Mas o efeito de estufa está a aumentar, certo?

Errado! O efeito de estufa é fácil de medir, e não é maior hoje do que era há 100 anos, por exemplo. Nenhum índice indica qualquer aumento do efeito de estufa.

Embuste Propositado?

Para vermos se estamos perante um embuste, temos de ver primeiro: se a teoria é correta; se se trata apenas de um movimento mal orientado, ou se há o interesse em passar propositadamente uma mensagem falsa; quem ganha com isso?

Al Gore mostra-nos um interessante gráfico, onde parece surgir uma correlação directa entre a temperatura global e a quantidade de CO2 na atmosfera. O que ele não nos diz é que o que as medições nos mostram é que existe um desfasamento, de 200 a 800 anos, entre uma alteração da temperatura global e a consequente alteração do teor de CO2 na atmosfera. Isto é, o CO2 segue a temperatura e não o contrário!. A razão é simples: o mar ao aquecer passa a libertar mais CO2 para a atmosfera. Claro que Al Gore sabe disso, assim como os outros aldrabões que se encontram por detrás deste embuste.

De facto, estamos perante uma campanha muito bem organizada, incluindo colaboração directa de órgãos da ONU, a participação da comunidade científica, e de organizações poderosas. Hmm… sempre que vejo uma corporação envolvida num esforço “humanitário”, desconfio. Chamem-me paranóico, se quizerem. Mas conheço demasiados exemplos de operações “humanitárias” das corporações com o objectivo de fazer grandes negócios. E o que está em causa aqui?

Estamos na realidade perante o embuste do século, e o de consequências mais abrangentes. Trata-se de, em nome de uma “tentativa de salvar o planeta”, lançar impostos a nível mundial e concentrar o poder nas mãos daquelas organizações supranacionais cujo objectivo é o governo mundial. Deste modo, não nos espanta o facto vermos um dos herdeiros da família Rothschild, David Mayer Rothschild, directamente envolvido numa “campanha humanitária” para “salvar o planeta”.

Para tanto, apresentam dados “de acordo com mais de 2500 cientistas”. De facto, centenas desses cientistas já denunciaram o facto de nunca terem concordado com a ideia de que o aquecimento global é provocado pelo homem, muito menos pela emissão de CO2. A maioria, como sempre, manteve-se calada. É mais fácil ir com a maré e continuar a receber os subsídios. E a nenhum deles foi perguntado se concordavam com as conclusões do relatório. Mas todos foram incluídos na lista. Mesmo os que nunca concordaram com as conclusões e manifestaram publicamente a sua discordância.

E, enquanto estes poderosos grupos, todos coordenados em torno de um objectivo comum, um imposto global e um governo global, tentam convencer a humanidade de que somos nós os responsáveis pelo aquecimento global, continuam a emporcalhar o ecosistema sem a mínima consideração pelo ambiente.

E nós pagamos a factura.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

As luzes se apagam...

Meus pais me faziam dormir em um quarto cujo guarda roupa possuía um espelhos nas portas. Eles sabiam que eu tinha medo, mas diziam que meninos grandes encaravam seus medos, não corriam deles.

Eu tentava dormir com as luzes acesas, mas eles sempre vinham e as apagavam enquanto eu dormia. Eu acordava, noite após noite, envolto em trevas e aterrorizado. Eu ficava perfeitamente parado- sequer arriscava olhar para outro lugar que não fosse o teto.

Segundos...minutos...logo algumas horas se passavam e eu ainda estava imóvel na cama, com medo de me mexer ou até de respirar alto demais. E então o sol começava a nascer e meu corpo relaxava- espelhos não são nem um pouco assustadores durante o dia.

Um fim de semana meus pais teriam que viajar para fora do estado, para um casamento, e decidiram que eu era velho o bastante para ficar em casa sozinho. Eles me deram tchau, me abraçaram e eu fiquei o resto do dia assistindo TV até ficar cansado. Desliguei a TV e caminhei preguiçosamente até o meu quarto. Eu nem sequer pensava nos meus espelhos enquanto pegava no sono.

Eu acordei algumas horas depois, ensopado em suor e novamente envolto na escuridão. Eles tinha vindo e apagado minhas luzes de novo.


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Teoria da Terra Oca

Uma teoria da conspiração antiga para vocês darem uma olhada. Ok, não precisa ser muito inteligente para saber que a Terra não é oca, mas vale a pena dar uma olhada na teoria conspiratória que existia antigamente.



A viagem do Almirante Byrd ao Pólo Norte tem sido relatada como a descoberta de uma Terra oca e da civilização até então desconhecida de Agartha. Aparentemente, desafiando todas as leis da física, existe um mini sol no centro do nosso planeta com um escudo exterior que tem uma biosfera que gera vida, tanto do lado externo e interno. O interior deste reservatório é quente, com magma e de alguma forma esta Terra Oca não entra em colapso graças à gravidade deste mini sol, e ninguém consegue explicar como algo menor que o núcleo da Terra pode sustentar a fusão. (Vendo que leva um objeto várias vezes a massa de Júpiter para iniciar a reação).

Aparentemente, em sua viagem de avião, o Almirante Byrd passou a voar em uma fissura enorme em algum lugar perto do Pólo Norte e terminou no interior da Terra, onde foi cumprimentado pelos Agarthi, uma raça antediluviana de pessoas. Lá ele encontrou os dinossauros e toda uma série de animais que se pensava estar extinta e muitos ainda desconhecidos.

Edward Bulwer-Lytton escreveu um romance muito interessante e arquetípico que foi reimpresso como "Vril, o Poder da Raça Futura". Nesse romance, um viajante do mundo da superfície encontra seu caminho em túneis subterrâneos e, eventualmente, se depara com uma corrida super conhecida como o Vril-ya. O Vril-ya manipula uma forma de energia psíquica chamada "Vril" e, eventualmente, pretendam solicitar a superfície da Terra para eles, subjugando ou aniquilando a humanidade no processo. Esta tem sido a fonte de muitas teorias apocalípticas que giram em torno de uma conspiração para destruir a civilização humana, com esta raça antediluviana como a principal antagonista. Isso não é diferente da ideiologia de Sitchin Zacarias, onde o retorno dos Annunaki visa escravizar a humanidade.

A grande saída e extrapolação desta teoria da Terra Oca Vril / é a noção de misticismo nazista, ocultismo e armas nazista. Junte isso com a misteriosa Sociedade Thule e adicione uma pitada da existência da sociedade Vril, então agora você tem uma nova teoria da conspiração. Aparentemente, nesta teoria, Hitler nunca morreu e os nazistas fugiram para o pólo sul (em suas milagrosas e muito oportunas construções) através do "vril-powered" e discos voadores. Um dia os nazistas vão ressurgir e conquistar o mundo em um plano bem orquestrado chamado de Operação Highjump.

sábado, 23 de junho de 2012

A Casa Sem-Fim


Deixe-me começar dizendo que Peter Terry era viciado em heroína. Nós éramos amigos na faculdade e continuamos sendo após eu ter me formado. Note que eu disse "eu". Ele largou depois de 2 anos mal feitos. Depois que eu me mudei do dormitório para um pequeno apartamento, não via Peter com muita frequência. Nós costumávamos conversar online as vezes (AIM era o rei na época pré-facebook). Houve um tempo que ele não ficou online por cinco semanas seguidas. Eu não estava preocupado. Ele era um notável viciado em cocaína e drogas em geral, então eu assumi que ele apenas parou de se importar. Mas então, uma noite, eu o vi entrando. Antes que eu pudesse começar uma conversa, ele me mandou uma mensagem.

"David, cara, nós precisamos conversar."

Foi quando ele me disse sobre a Casa sem Fim. Ela tinha esse nome pois ninguém nunca alcançou a saída final. As regras eram bem simples e clichês: chegue na saída final e você ganha 500 dólares, nove cômodos no total. A casa estava localizada fora da cidade, aproximadamente 7km da minha casa. Aparentemente ele tentou e falhou. Ele era viciado em heroína e sabe lá em mais o que, então eu imaginei que as drogas tinham feito ele se cagar todo por causa de um fantasma de papel ou algo assim. Ele me disse que seria demais pra qualquer um. Que não era normal. Eu não acreditei nele. Por que eu deveria? Eu disse a ele que iria checar isso na outra noite, e não importava o quanto ele tentasse me fazer não ir, 500 dólares soava bom demais pra ser verdade, eu precisava tentar. Fui na noite seguinte. Isso foi o que aconteceu.


Quando eu cheguei, imediatamente notei algo estranho sobre a casa. Você já viu ou leu algo que não deveria te assustar, mas por alguma razão te gelava a espinha? Eu andei através da construção e o o sentimento de mal estar apenas aumentou quando eu abri a porta da frente.



Meu coração desacelerou e soltei um suspiro aliviado assim que entrei. O cômodo parecia como uma entrada de um hotel normal decorada para o Halloween. Um sinal foi colocado no lugar onde deveria ter um funcionário. Se lia "Quarto 1 por aqui. Mais oito a seguir. Alcance o final e você vence!" Eu ri e fui para a primeira porta.

A primeira área era quase cômica. A decoração lembrava o corredor de Halloween de um K-Mart, cheia de fantasmas de lençol e zumbis robóticos que soltavam um grunhido estático quando você passava. No outro lado tinha uma saída, a única porta além da qual eu entrei. Passei através das falsas teias de aranha e fui para o segundo quarto.

Fui recebido por uma névoa assim que abri a porta do segundo quarto. O quarto definitivamente apostou alto nos termos de tecnologia. Não havia apenas uma máquina de fumaça, mas morcegos pendurados pelo teto e girando em círculos. Assustador. Eles pareciam ter em algum lugar da sala, uma trilha sonora em loop de Halloween que qualquer um encontra em uma loja de R$1,99. Eu não vi um rádio, mas imaginei que eles tenham usado um sistema de PA. Eu pisei em cima de alguns ratos de brinquedo com rodinhas e andei com o peito inchado para a próxima área. Eu alcancei a maçaneta e meu coração parou. Eu não queria abrir essa porta. O sentimento de medo bateu tão forte que eu mal conseguia pensar. A lógica voltou depois de alguns momentos aterrorizantes, e eu abri a porta e entrei no próximo cômodo.

No quarto 3 foi quando as coisas começaram a mudar.

A primeira vista, parecia como um quarto normal. Havia uma cadeira no meio do quarto com piso de madeira. Uma lâmpada no canto fazia o péssimo trabalho de iluminar a área, e lançava algumas sombras sobre o chão e as paredes. Esse era o problema. Sombras. Plural. Com a exceção da cadeira, havia outras. Eu mal tinha entrado e já estava apavorado. Foi naquele momento que eu soube que algo não estava certo. Eu nem sequer pensava quando automaticamente tentei abrir a porta de qual eu vim. Estava trancada pelo outro lado.

Isso me deixou atormentado. Alguém estava trancando as portas conforme eu progredia? Não havia como. Eu teria ouvido. Seria uma trava mecânica que fechava automaticamente? Talvez. Mas eu estava muito assustado pra pensar. Eu me voltei para o quarto e as sombras tinham sumido. A sombra da cadeira permaneceu, mas as outras se foram. Comecei a andar lentamente. Eu costumava alucinar quando era criança, então eu conclui que as sombras eram um produto da minha imaginação. Comecei a me sentir melhor assim que fui para o meio da sala. Olhei para baixo enquanto andava, e foi aí que eu vi. A minha sombra não estava lá. Eu não tive tempo para gritar. Corri o mais rápido que pude para a outra porta e me atirei sem pensar no próximo quarto.

O quarto cômodo foi possivelmente o mais perturbador. Assim que eu fechei a porta, toda a luz pareceu ser sugada para fora e colocada no quarto anterior. Eu fiquei ali, rodeado pela escuridão, e não conseguia me mexer. Não tenho medo do escuro, e nunca tive, mas eu estava absolutamente aterrorizado. Toda a minha visão tinha me deixado. Eu ergui minha mão na frente do meu rosto e se eu não soubesse que tinha feito isso, nunca seria capaz de contar. Não conseguia ouvir nada. Estava um silêncio mortal. Quando você está em uma sala à prova de som, ainda é capaz de se ouvir respirar. Você consegue ouvir a si mesmo estar vivo. Eu não podia. Comecei a tropeçar depois de alguns momentos, a única coisa que eu podia sentir era meu coração batendo rapidamente. Não havia nenhuma porta à vista. Eu não tinha nem sequer certeza se havia uma porta mesmo. O silêncio foi quebrado por um zumbido baixo.

Senti algo atrás de mim. Vire-me bruscamente mas mal conseguia ver meu nariz. Mas eu sabia que era lá. Independentemente do quão escuro estava, eu sabia que tinha algo lá. O zumbido ficou mais alto, mais perto. Parecia me cercar, mas eu sabia que o que quer que estivesse causando o barulho, estava na minha frente, se aproximando. Dei um passo para trás, eu nunca tinha sentido esse tipo de medo. Eu realmente não consigo descrever o verdadeiro medo. Não estava nem com medo de morrer, mas sim do modo que isso ia acontecer. Tinha medo do que a coisa reservara para mim. Então as luzes piscaram por menos de um segundo e eu vi. Nada. Eu não vi nada e eu sei que eu não vi nada lá. O quarto estava novamente mergulhado na escuridão, e o zumbido era agora um guincho selvagem. Eu gritei em protesto, não conseguiria ouvir o barulho por mais um maldito minuto. Eu corri para trás, longe do barulho, e comecei a procurar pela maçaneta. Me virei e cai dentro do quarto 5.

Antes que eu descreva o quarto 5, você deve entender algo. Eu não sou um viciado. Nunca tive história de abuso de drogas ou qualquer tipo de psicoses além das alucinações na minha infância que eu já mencionei, e elas eram apenas quando eu estava realmente cansado ou tinha acabado de acordar. Eu entrei na Casa sem Fim limpo.

Depois de cair do quarto anterior, minha visão do quinto quarto foi de costas, olhando pro teto. O que eu vi não me assustou, apenas me surpreendeu. Árvores tinha crescido no quarto e se erguiam acima da minha cabeça. O teto desse quarto era mais alto que os outros, o que me fez pensar que eu estava no centro da casa. Me levantei do chão, me limpei e olhei ao redor. Era definitivamente o maior quarto de todos. Eu sequer conseguia ver a porta de onde eu estava, os vários arbustos e árvores devem ter bloqueado a minha linha de visão da saída. Nesse momento eu notei que os quartos estavam ficando mais assustadores, mas esse era um paraíso em comparação ao último. Também assumi que o que estava no quarto quatro ficou lá. Eu estava incrivelmente errado.


domingo, 17 de junho de 2012

Turma da Mônica- Dead on Pix

  Eaí galera? Sussa?
  Eu ando meio sumido, fato, mas agora, estou de volta. Essa creepypasta chamou minha atenção por ser sobre um tema que todos nós brasileiros conhecemos, turma da mônica. Enfim, enjoy.
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Desde o inicio de minha educação na pré-escola, sempre tive dificuldade com a escrita e leitura, é verdade que compensava essa deficiência na questão artística herdada pela família de minha mãe, era um desenhista muito avançado para a minha idade, nato, muito talentoso mas não conseguia juntar as sílabas para fazer um “bê-a-bá”.


Preocupados com esta situação, provavelmente por não participarem de minha didática por conta do excesso de trabalho, meu pai e minha mãe recorreram a um artifício muito comum entre a grande maioria das famílias brasileiras, as revistinhas da Turma da Mônica. Foi como então tomei gosto e apreço pela leitura e escrita, funcionou perfeitamente, as histórias de Mauricio de Sousa são um anzol para criaturas pequeninas a serem moldadas.


Minha mãe tinha uma irmã que era babá, no momento estava sem emprego, tiveram então a brilhante ideia de contrata-la como empregada-babá, já que era uma pessoa próxima de mim, tudo se tornaria mais fácil e seria supervisionado e educado por minha tia-babá.


O tempo foi passando, e eu não precisava mais de companhia para que lessem ou me ajudassem com a leitura dos gibis, era um passatempo, era diversão para mim e não mais uma obrigação! As revistinhas chegavam duas vezes por mês, sempre comigo contando os dias. Me tornei fiel à turma da Mônica, mesmo crescendo, tornando os valores e a mente cada vez mais velhas.


Três anos depois chegou uma edição em que havia uma proposta para que nós os leitores escrevêssemos ou desenhássemos uma história e enviássemos para editora. Se a mesma fosse boa o bastante, seria publicada juntamente com as histórias dos outros ganhadores em um Gibi para apenas as 10 melhores, que seriam passadas e coloridas aos traços do criador... aos traços de Mauricio de Sousa.


Esta edição não estaria a venda, os 10 ganhadores cada um receberiam em sua casa um único exclusivo exemplar com o seu nome impresso no fim das histórias, é de fazer inveja a qualquer amiguinho, é um troféu para orgulhar meus pais e minha tia babá.


Nesta mesma época minha família passava por dificuldades, estava na quarta série e já era maduro o suficiente para entender que meu pai, que estava doente devido ao câncer estava nos seus meses finais de vida. Como presente, queria muito mostrar-lhe a edição da revista em que tinha certeza que ganharia como uma das histórias vencedoras, onde o time do Cascão ganharia o campeonato do campinho do bairro do Limoeiro em cima do time de seu meu melhor amigo o Cebolinha; tive essa ideia pois eu e meu pai éramos aficionados em futebol.

Não deu tempo...Meu pai acabou falecendo antes que o resultado dos ganhadores fossem revelados. Ah meu Deus, faria qualquer coisa para tê-lo de volta e saudável, talento desperdiçado, deveria ter feito a história e dar para ele ler de minhas mãos!
 
Minha mãezinha então, entrou em um estado quase catatônico, deixou de trabalhar e cuidar de mim, minha tia que também era empregada e babá, decidiu socorrer sua irmã, tornando-se a chefe da família e não mais cobrando um salário para efetuar suas tarefas. Sempre que minha mãe apresentava algum sinal de melhora, ela via alguma foto ou lembrava de meu pai e piorava outra vez, minha tia então deu fim de TUDO o que lembrava meu pai, fotos, roupas, filmes... A comida favorita de meu pai nunca estava no cardápio, e principalmente as CORRESPONDÊNCIAS que davam a ideia que ele ainda estava em casa. Foi como se a existência de meu criador fosse apagada, assim como a de Mauricio de Sousa para com suas personagens.
 
Muito tempo se passou, iniciei o meu ensino superior e tive que me mudar de cidade. A faculdade de Direito, que leva 5 longos anos, deixei para trás a minha mãe e minha tia que praticamente me criou, nunca tive coragem de levar todos os meus pertences, acho que queria passar a ideia de que ALI ainda era meu lar, meu porto-seguro, meu quarto ficara praticamente no mesmo estado em que deixei, fora o guarda-roupa vazio. Eu as visitava todo final de semana.

Logo no final de meu quarto ano de faculdade, minha mãe e minha tia mudariam da casa onde viviam, a casa em que passei minha fase infantil, adolescente e pré-adulta. Achavam que uma mudança de ares faria muito bem a minha mãe. Minha tia, me ligou pedindo para que eu removesse o resto de minhas coisas do local, pois elas já haviam se mudado e me deixou o número do telefone residencial da nova casa.
Esperei o final de semana então e rumei a minha cidade natal. Cheguei em “casa” e tudo estava vazio, apenas meu quarto com meus pertences restantes e o “quartinho-guarda-tranqueira” que possuíamos detinham alguns objetos.

 Era lá onde minha tia guardou tudo relacionado a meu pai, obviamente não levaria para nova casa pois minha mãe deveria se livrar de seus pesadelos e não revivê-los mais, de forma que ela ficaria mais "segura". Fucei em algumas coisas e me deparei com a caixa de papelão que continha as correspondências em nome de meu pai. No meio da resma, me deparei com um almanaque da Turma da Mônica ainda lacrado. Pensei logo em seguida “O que isso esta fazendo aqui?”. Provavelmente minha tia, não considerou que era destinado a mim a correspondência, foi um erro fatal, pois eu era JUNIOR, tinha o mesmo nome que meu pai, ao ler apenas as iniciais já tomara a atitude de se livrar do conteúdo.

Comecei a folhear então a edição e vi que as histórias eram completamente estranhas, pareciam estar deslocadas ali, bem a frente do público destinado, quando finalmente vi meu nome, entendi que eu fui um dos ganhadores da promoção, e NUNCA soubera.
Mas ao começar a ler a história que correspondia ao meu nome, busquei na memória e vi que não era nada daquilo que tinha escrito, a história original fora totalmente editada por outra pessoa.

 Cebolinha e Cascão estavam vestidos estranhamente e brincavam em volta de algo que parecia um circulo para bolinhas de gude. Mônica se aproximou e disse que queria brincar também, eis que cebolinha responde “esta blincadeila é apenas pala meninos, você não pode golducha”
Cascão estava muito tristonho e nos quadrinhos seguintes revelou que havia contado anteriormente ao Cebolinha que havia perdido seu pai, e que queria trazê-lo de volta para vê-lo ganhar a final do campeonato,pois achava-se muito talentoso no futebol, e tinha certeza que sairia vitorioso!
Cebolinha dizia algumas palavras, e no meio delas os símbolos que Mauricio de Sousa usava para caracterizar os palavrões como nuvens, hashtags e cobrinhas.
No final da história, o pai de Cascão assistia ao jogo, porém sem seu filho dentro do time, e ninguém parecia notar a ausência de cascão. Depois do “fim” escrito no quadrinho, vinha meu nome Suzano Jr., tinha certeza que eu não era autor daquela história bizarra.

Não consegui falar com minha mãe ou minha tia, voltei então para minha cidade atual, fazia estágio na sala de um Juiz renomado, usei o sistema de busca de réus, para localizar os outros nove ganhadores das outras histórias...sem sucesso.
Com pesquisas mais aprofundadas que poderiam custar meu emprego, tendo em vista que era para uso federal, vi que nenhum dos outros nove se encontravam vivos, três eram dados como desaparecidos, todos realmente muito talentosos por terem ganho a promoção.

 Jamais deixarei que meus filhos leiam ou aprendam ler e escrever com a Turma da Mônica. Depois de incessantes tentativas de contatar minha mãe e minha tia que pareciam ter esquecido de mim, tendo em vista que mantinha contato em todos os finais de semana, recebo uma ligação do número telefônico da onde estavam vivendo (que foi previamente passado pela minha tia), era meu pai dizendo: “Ah meu filho, você achou a revistinha? Parabéns, você é muito talentoso!”.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Coincidência ou não?

Conhecidencia ou não? este e o titulo da minha 2º postagem no blog que venho mostrar uma possivel conhecidencia, ou não, apenas a realidade sendo descoberta aos poucos, este mês a equipe do The Ocean encontrou um Objeto não identificado no fundo do mar baltico, mais vocês se perguntam; - O que tem a ver isso? tem aver com com a semelhaça do objeto encontrado pelos caçadores de navios.

1º - Março de 1996, Brasil, Objetos voadores param o Brasil, Varias cidades de minas viram um objeto voador, as cameras da propria Rede Globo filmou enquanto faziam uma reportagem sobre artesanato em minas, aqui esta o programa apresentado pelo fantastico que foi ao ar em 17/03/1996




Após assistirem o video, compare a nave destacada aos 1:05 avistada por varias regioes do Brasil com essa imagem:
















Este objeto na imagem foi encontrado agora neste mês ( 06/12 ) pela equipe do The Ocean no mar baltico, a ainda esta imagem é a 1ª Que foi tirada pelo SONAR, breve a equipe do The Ocean que ja faz mergulho no local ira tirar fotos melhores do que seja o objeto, lembrando que: o Objeto tem cerca de 20M, esta a quase 100M de profundidade e " durante "  sua " possivel queda " deixou um rastro na areia de aproximadamente 300M, semelhança ou não tirem suas opiniões nos comentarios.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Operação Prato, Roswell Brasileiro, desconhecido por muitos até hoje

Operação Prato, Caso Brasileiro, famoso também como " Roswell Brasileiro ", desconhecido por muitos até hoje, que ficou conhecido mundialmente quando exibido no canal History.

( Imagem de Abertura do Episodio exibido pelo canal History )















Operação prato como foi chamado naquela é um caso brasileiro famoso mundialmente até hoje que ocerreu no periodo de 1977 e 1978, na cidade de Colares estado do Pará, esta operação foi comandada pela Força Aerea Brasileira ( FAB ), Sob o comando do Capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que deu o nome à missão. formada por mais de duas dezenas de militares, a equipe investigou a área que fica no litoral próximo ao município de vigia, munidos de câmeras fotográficas e filmadoras de 8 e de 16 mm. Seu principal objetivo era observar e registrar, de todas as formas possíveis, as estranhas e inexplicáveis manifestações relatadas pelos habitantes. O posto médico da cidade havia realizado atendimentos a diversas pessoas vítimas de queimaduras cujos responsáveis, segundo a população, eram estranhas luzes vindas do céu.

( Suposta vitima dos conhecidos pelos moradores da pequena cidade " Chupa-Chupa " )

















O fenômeno era conhecido como chupa-chupa e a história estava criando certa histeria entre os moradores, que buscando uma explicação religiosa atribuía os ataques ao "diabo, que estaria na Terra para atacar os cristãos". Enquanto esteve na cidade, a equipe de Hollanda Lima conseguiu restabelecer a ordem e evitar o pânico, que levava muitos cidadãos a se organizarem para fazer vigílias e usar fogos de artifício na tentativa de afugentar as misteriosas luzes. A operação durou pouco mais de quatro meses e nos dois primeiros, a equipe do Capitão Hollanda Lima não registrou ocorrências, porém o cenário iria se modificar radicalmente segundo o militar.

( Suposto Objetos Voadores Não Identificados, fotografados durante a operação prato por militares )


























 Aqui esta o video do caso apresentado pelo programa Brasileiro ( Linha Direta, Apresentado pela Rede Globo )




Programa exibido pelo canal History
















 ( Creditos à todas as imagens, videos publicados nesta postagem. )

domingo, 10 de junho de 2012

O "Fantasma" Parece photoshop, mas não é.



O "fantasma" da foto feita por Frank Schott é um dos frutos do Project 12:31. Esse trabalho foi feito a partir de imagens digitalizadas do corpo de um criminoso condenado à morte, cujo cadáver foi doado para pesquisas médicas e segmentado em mais de mil partes. Com a ajuda de um computador, os responsáveis pelo projeto juntaram os arquivos digitais e captaram a luminosidade das imagens por meio da técnica de fotografia noturna e de longa exposição.



Confira mais fotos: AQUI.


© Exame.abril.com.br : Cargocollective.com/twelvethirtyone

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