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domingo, 21 de outubro de 2012

US Creepypasta: Interferência

Deixe-me começar dizendo que isso é uma história real da minha infância, se você visitar a grande biblioteca no centro de Notthingham, e procurar pelos registros de jornal, você vai encontrar a matéria que eu detalho aqui.

Tudo isso se passou a mais ou menos 15 ou 16 anos atrás. Eu tinha 7 anos e meu primo Dale talvez uns 9. Talvez 10. Ele ficaria lá em casa naquela semana. Sendo eu  a única criança eu não tinha muitos brinquedos... e meu Sega Genesis estava quebrado. Então não tínhamos muito o que fazer.

Nossos dias consistiam em assistir desenhos na TV e no Dale me contando histórias de terror quando chegava a noite. Minha mãe, empatizando conosco, comprou um par de walkie talkies para brincarmos. Nos divertimos muito, brincávamos ao redor da casa até as 17 mais ou menos e não íamos muito longe. Lá pelas 18 tínhamos que jantar e não tinha mais tanta graça brincar com os walkies dentro de casa. Esperávamos a hora de dormir para ficarmos trocando histórias de fantasmas de um quarto pro outro.

Nos falamos por umas horas até Dale começar uma história de um monstro que assombrava a floresta ali perto e sua voz ser cortada pro estática que dá quando se solta o botão no meio da fala. Respondi e esperei ele falar. Continuou estática entrecortada pela voz dele, e então começou a parte assustadora.

No meio dos chiados e da voz de Dale, pude ouvir uns gritos e choros de bebê. Foram os segundos mais estranhos da minha vida, conversar com Dale sendo interrompido por choros, gritos, barulhos estranhos e estática, enquanto só comentávamos o quanto AQUILO era estranho. Até que parou. Corri até o quarto de Dale e ele estava sentado na cama com a luz ligada. Esclarecemos que não era nenhuma brincadeira de nenhuma das partes e ligamos de novo. Agora o choro, os gemidos e os gritos estavam bem mais claros. Muito aterrorizados, desligamos os walkie talkies e fomos dormir. Tentei me convencer de que era tudo problema dos fones ou algo assim... Ou só a estática fazendo barulhos semelhantes ao que achei que havia sido.

Fui acordado no dia seguinte por uma multidão em frente a minha casa acompanhando a prisão da nossa vizinha. Ela havia se mudado a pouco tempo com seu filho mais novo, logo após a morte do nosso vizinho de idade avançada.. Dale e minha mãe estavam lá em baixo olhando tudo enquanto ela gritava xingamentos e profanidades. Ela conseguiu sair do poder da polícia mas logo foi pega e algemada dentro do carro. Ela era uma pessoa normal, tinha se mudado a pouco tempo e não tinha motivo aparente para ser presa.

No dia seguinte estava no jornal o motivo da prisão. Ela havia matado seu filho, ainda um bebê, aparentemente após de ver assustadoras aparições do nosso vizinho recentemente morto. Ela recebeu visitas do fantasma por semanas até que enlouqueceu, se machucou, quebrou móveis da casa e assassinou seu filho.
Essa não era a parte mais assustadora.
O laudo policial mais detalhado contava que a babá eletrônica havia sido deixado ligada.
A estática que os walkie talkies capturaram foi por isso. Só interferência.

Eu e meu primo ouvimos tudo enquanto ela matava seu filho.




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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O fim do mundo começa em São Paulo


 02/11/2012 (Feriado de Dia dos finados)


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US Creepypasta- Número Desconhecido

"MEU DEUS!", eu gritei ao ser acordado de surpresa pelo meu novo toque de halloween do celular. Não me lembrava de ter mudado o toque mais cedo, então levei um susto até me lembrar de onde ou o que era. Levei um tempo para encontrá-lo preso no meio das almofadas do sofá. O fato da luz baixa da estática na tv ser a única luz não ajudou muito na busca.

"Número desconhecido."

Atendi e não ouvi nada do outro lado. Para ser honesto, eu esperava uma respiração desesperada ou qualquer outra coisa assim do outro lado da linha, pelo fato de eu ainda estar um pouco assustado, mas não havia nenhum barulho.
Desliguei, respirei fundo e franzi o cenho. Talvez eu só liguei uma chamada falsa sem perceber. Como a maioria dos telefones, julguei que esse também tivesse essa função, mas como não o conhecia direito ainda...
Meu pai comprou um usado essa semana, quando perdi meu outro na viagem até aqui, pra esse fim de mundo. Procurei no menu mas não achei essa opção. Irrelevei.

Xinguei e decidi assistir tv ao invés de ficar pensando muito. Tentei usar a luz do celular para achar o controle remoto, sem muito sucesso. Morrendo de preguiça, me arrastei do sofá para a parede até o interruptor. Dei uma leve pausa no caminho ao perceber que a tv era dos canais de satélite, e agora estava com estática de antena. Ignorei e segui, ligando a luz.
A luz intensa me cegou por uns segundos, respirei fundo de novo e percebi como estava tenso por nada. Era estranho ficar sozinho em casa.

Meus pais haviam saído de noite e eu preferi ficar, assim como havia feito durante o dia. Como eles nunca saíam, era uma situação diferente. Nada além de mato nesse fim de mundo em que estávamos, então com eles saindo eu tinha solidão total.
Continuei procurando pelo controle pelo sofá. Fui em um braço, no outro, e me abaixei para por a mão em baixo dele, fatalmente encostando meu ouvido no celular que estava ali em cima. Obviamente, o celular tocou, bem dentro do meu ouvido.
"PUTA QUE PARIU!", foi minha reação. Atendi, e mais uma vez, só silencio. Em fúria e xingando, joguei o celular no sofá.

POP! A lâmpada da sala explode e a estática da televisão vira aquela preto com um chiado e um risco branco no canto esquerdo. Penumbra reina. Corri, peguei meu celular, me joguei na cama e me enrolei em posição fetal após momentos de escuridão terrível. Com o pouco de luz que conseguia através da tela do meu celular, já me senti mais seguro. Respirei até me acalmar e decidi ligar para meu pai. Olhando para a tela do celular, descobri que não havia desligado a última chamada. Segurei minha respiração quando notei que conhecia o número que me ligara. Não era desconhecido. Era meu número. Meu número antigo.

Apertei o botão de encerrar chamada, desesperado. Comecei a criar mil situações que se desencadeariam daquelas chamadas. Então algo pior chamou minha atenção. Minha cama já estava quente.

Mensagem nova. Abri. Li.

"Está de baixo do travesseiro." Lentamente levantei o travesseiro para encontrar o controle remoto.

De baixo das cobertas ouvi o som da minha porta do quarto fechar. Suor frio escorreu pela minha testa, meu coração apertado e minha cabeça explodindo, e então, ouvi a porta de novo. Sendo trancada...


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Jeff: Foto Real e Atual do Assassino

   E ai galera, beleza?
   Creio que todos aqui, conhecem a história do Jeff, o assassino. Mas se não, deem uma pesquisada aí no blog que garanto que vocês vão achar. Enfim, o que eu quero dizer, é que tem um site, "supostamente de notícias" que conseguiu uma foto do assassino. É meio de longe, sem foco, mas realmente o rosto, parece muito. E quem conhece a história sabe, o rosto dele é marcante. Enfim, eis o link dá notícia, e confirmem para mim se vocês acham que é ele mesmo.



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