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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Estudando Os Círculos Ingleses

ANTES DE TUDO,VEJA AS FOTOS







Mais de quatro mil círculos paranormais apareceram em campos ao redor do mundo durante a última década. Embora ninguém saiba ao certo sua origem, a vasta maioria deles é feita por humanos. As pessoas que criam os círculos não se consideram embusteiros; eles preferem ser chamados de artistas do paranormal, e dizem que o objetivo daquilo que fazem não é enganar ou confundir, mas servir como pólos psíquicos. Não é exagero dizer que a arte de criar círculos paranormais se tornou uma forma moderna de magia. Este não foi sempre o caso. Nos anos 80 e no início dos anos 90, algumas pessoas fizeram círculos de traçado simples, apenas como um tipo elaborado de piada. Naqueles dias, os investigadores que percorriam os campos da Inglaterra, especialmente em Witshire, pensavam que não seria possível `forjar' formas regulares de dimensões tão grandes.

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Verdadeiro Ou Falso ?

Como resultado, muitos círculos falsos foram aceitos como genuínos. Alguns cientistas disseram que eles eram causados por ciclones eletrificados, mas a maioria dos investigadores acreditava que eles teriam uma explicação paranormal. OVNIs eram freqüentemente vistos nas proximidades dos círculos, antes e depois de seu surgimento. Máquinas fotográficas deixavam de funcionar dentro das formações, baterias de filmadoras se descarregavam instantaneamente, eram ouvidos ruídos estranhos e, o que é ainda mais assustador, as pessoas observavam mudanças em suas personalidades depois de terem permanecido por algum tempo dentro dos círculos. Quase todos que entraram em contato com os círculos declararam que esta experiência mudou suas vidas. Infelizmente, em meio à comoção que se seguiu às primeiras ocorrências, muitos investigadores foram enganados.
Por outro lado, certas ocorrências, que a princípio pareciam ser simples brincadeiras, revelaram-se algo muito diferente. Algumas pessoas, que, para se tornarem famosas, haviam reivindicado a autoria de círculos, mostraram-se incapazes de explicar como elc haviam sido criados.Em 1991, dois aposentados, Doug Bower e Dave Chorley, afirmaram ter inventado os círculos paranormais em 1978, e que haviam feito a maioria deles desde então. Eles alteraram sua história diversas vezes, o que fez com que muitos a considerassem desprovida de qualquer valor. Além disso, eles não eram capazes de fazer círculos complexos. Provavelmente eles haviam, de fato, criado alguns círculos, mas só com formações simples. Outras formaç6es, muito mais precisas e volumosas, ou estavam sendo feitas por outras pessoas, ou por alguma força desconhecida.

Os embusteiros vieram a público no início dos anos 90. Em lugar de manter em segredo seus trabalhos, alguns deram publicidade a suas criações. Os principais envolvidos foram o escritor americano Jim Schnabel e um fotógrafo chamado Rob Irving. Eles criaram muitas formações em 1992 e 1993 e, embora elas tenham enganado alguns investigadores, Irving e Schnabel dizem que sua arte era simplesmente outra forma de pesquisa. Seu objetivo era estudar como eram feitos os círculos e avaliar o grau de dificuldade necessário para enganar os investigadores; eles igualmente tentaram desmascarar outros que também estavam fazendo círculos. Fazer círculos logo se tomou seu interesse principal.

A Febre dos Círculo

De fato, várias pessoas que haviam criado círculos como uma experiência genuína ou apenas como uma brincadeira logo descobriram que haviam adquirido um hábito difícil de abandonar. Isto é surpreendente, porque fazer círculos é algo exaustivo, difícil, caro, demorado e, na maior parte dos casos, ilegal. Embora nenhum praticante tenha sido preso, o ato constitui um crime cujas penas podem ser severas. O desejo de fazer círculos é mais do que um hábito. Para muitos, este ato se tornou uma forma de arte sagrada, com implicações mágicas, sendo importante não revelar como eles eram feitos, mas deixar que as pessoas acreditassem que os círeulos eram criados por uma inteligência superior.
Foi neste momento que estas pessoas começaram a se denominar fazedores-de-círculos e artistas. Eles se vestiam completamente de negro, o que os ajudava a permanecer camuflados à noite, mas eles também usavam estes trajes escuros durante o dia. A atmosfera era semelhante àquela reinante no mundo das artes nos anos sessenta: subterrânea, reservada e controversa. Alguma coisa aconteceu quando eles deixaram de ser embusteiros e passaram a ser artistas - ~ paranormal assumiu suas vidas.


Luzes no Céu

Todo fazedor-de-círculos que foi entrevistado admite ter testemunhado eventos estranhos e inexplicados enquanto fazia círculos. Tendo deixado de encarar o assunto com leviandade, eles foram arrastados até o âmago do fenômeno dos círculos paranormais. Uma das ocorrências mais comuns é o surgimento de luzes misteriosas. Às vezes os artífices vêem bolas de luz que se movem ao seu redor enquanto aparam determinada área. Em um dos casos, uma luz semelhante a uma bola luminosa de gás passou próximo ao ombro de um fazedor-de-círculos e tocou o fio que
ele estava usando, antes de desaparecer.
Richardson Juliano, um fazedores-de-círculos de Northampton, viu algo semelhante enquanto trabalhava em uma formação gigantesca perto de Cranford St. Andrew A fomação continha um pentagrama, ou estrela de cinco pontas, ao qual Richardson ligou a um anel, usando princípios de geometria sagrada. Quando os fazedores-de-círculos ficaram juntos em um certo ponto dentro da formação eles viram uma luz laranja pairando sobre uma colina nas proximidades. Richardson diz que não se tratava de uma labareda, porque ela não se movia como tal, e, embora pequena, parecia ser sólida. Ele ficou ainda mais surpreso quando, alguns dias depois, falou com outros fazedores-de-círculos de Witshire e descobriu que eles também estavam testemunhando coisas semelhantes. Os círculos, acreditavam, estavam atraindo OVNIs.

Deixando de Ser Brincadeira

Dois dos mais prolíficos fazedores-de-círculos, John Lundberg e Rod Dickinson, trabalham como artistas profissionais na indústria de efeitos especiais. Esta experiência, combinada com um grande interesse pelo paranormal, levou-os a fazer alguns círculos excepcionais. Suas formações são usualmente complexas, criadas com grande habilidade e atenção a detalhes. Eles trabalham rapidamente, mas todos os detalhes são dispostos de maneira precisa e elegante. Não obstante que eles estivessem ouvindo há tempos histórias de acontecimentos bizarros, demorou para que seus círculos produzissem efeitos estranhos. Durante 1994, em cinco ocasiões, eles viram luzes estranhas, ou talvez OVNIs, que eles não conseguem explicar até hoje. Em alguns casos, eles viam raios largos de luz que pareciam estar ao redor deles em todas as direções, e que não se originavam de nenhuma fonte. Outras vezes, eles viram bolas de luz zunindo e crepitando nas árvores enquanto trabalhavam sob chuva. Uma noite, Lundberg teve um mau pressentimento acompanhado da sensação de que ele estava sendo vigiado, e embora isto pareça o simples medo de ser surpreendido em flagrante, ele diz que o momento foi intensamente paranormal.
Imãs Psíquicos

Lundberg e Dickinson estão semi-aposentados como fazedores-de-círculos, e produziram uma só formação em 1995, com ajuda de dois jornalistas. A esta altura, eles consideram intervenções paranormais como algo corriqueiro. Dickinson acredita que há uma interpretação simples. Se você sai à noite e faz um círculo com a intenção de criar um círculo paranormal genuíno, ele se torna um imã psíquico. Quando o perímetro de sua formação de 1995 foi terminado, surgiram relâmpagos de luz nos céus, embora fosse uma noite sem nuvens. Os jornalistas entraram em pânico, mas Dickinson disse que ele estava esperando por isto. O fenômeno subseqüente, ele argumenta, é a única razão pela qual uma pessoa deveria investir tempo e habilidade fazendo círculos. Não há razão em aparar um milharal apenas pelo resultado físico, ele diz. Como piada, isto perde a graça depressa, e assim deve haver uma intenção paranormal para que haja sentido em criar círculos.
Dickinson diz que gostaria que os embusteiros desistissem. Ele está convencido que, se alguém não é bom em fazer círculos, não irá obter efeitos paranormais. Suas opiniões são ecoadas por muitos outros, para quem os círculos humanos devem ser tão convincentes quanto os não-humanos; ou eles simplesmente não funcionarão. Quase todos os fazedores-de-círculos trabalham com precisão matemática e usam geometria sagrada, e o sentido artístico global de sua obra assegura que os círculos tenham um componente paranormal. Alguns acreditam tratar-se de dispositivos que usam o poder do planeta, como se fossem geradores que provocam acontecimentos paranormais e espirituais. Entretanto, apesar deste bem documentado envolvimento humano, muitas pessoas, inclusive alguns fazedores-de-círculos, acreditam que círculos de origem não -humana continuam surgindo. Eles são mais raros do que foi divulgado inicialmente, mas existem. Algumas equipes de fazedores--de-círculos chegam a acreditar que os círculos são uma forma de comunicação. Se OVNIs são atraídos pelos círculos, é possível que uma civilização alienígena pudesse usar as formações para despertar a atenção de dos humanos para a sua chegada.

Em lugar de pousar no gramado da Casa Branca, os alienígenas poderiam usar um fenômeno como os círculos paranormais para indicar sua existência. Porém, desenvolvimentos recentes indicam que os círculos podem ser mais que uma mensagem. Eles podem ser uma declaração que requer uma resposta.

Resposta dos Céus

Algumas das equipes mais ousadas de fazedores-de-círculos acreditam que os círculos não-humanos estão se desenvolvendo em resposta a suas criações. Certos motivos e padrões são comuns e evoluem ao longo de uma estação. Em 1994, por exemplo, uma crescente simples, que foi feita por fazedores-de-círculos no começo do ano, definiu um tema, e muitas formações subseqüentes envolveram crescentes. Embora vários artistas humanos inspirem-se em seus colegas e desenvolvam sua obra como um todo, acredita-se que círculos não-humanos também copiam as formações humanas. Algumas pessoas podem achar esta idéia absurda, mas os fazedores-de-círculos estão convencidos. Às vezes, um padrão é repetido em outro lugar, exatamente na mesma noite que foi criado, o que parece afastar a hipótese de uma cópia humana. Isto já aconteceu, por exemplo, em 1993, quando alguém, por brincadeira, fez uma formação curva em um campo de Witshire. Durante a mesma noite, apareceu outra formação que continha exatamente o mesmo padrão, proporções e ângulos, a apenas oito quilômetros de distância.

Os fazedores-de-círculos dizem que isto acontece tão freqüentemente que não é possível que se trate de uma simples coincidência. Talvez suas criações sejam controladas por alguma força ou algo esteja interpretando as figuras e respondendo a elas " Instantaneamente. Outros fazedores-de-círculos usam computadores para planejar suas obras, e dizem que versões dos círculos não-humanos surgem assim que um projeto está terminado - semanas antes do dia que eles tinham previsto usá-lo.

Para muitas pessoas, os círculos paranormais não são nada além de uma piada. Para outros, eles são "prova" da existência de alienígenas. Em algum lugar entre este dois extremos estão os fazedores-de--círculos. Eles vieram ao fenômeno cépticos, motivados pela diversão de enganar a todos, mas logo descobriram que suas vidas mudaram. Todos aqueles que entram em contato com os círculos sofrem alguma mudança em seu modo de viver. Até mesmo os infames embusteiros Doug e Dave, antes tão cínicos, agora se perguntam se algo paranormal os estava guiando. Outros relatam sonhos que os compeliram a fazer círculos mais complexos e maiores. Algo, aparentemente, levou estas pessoas de simples brincadeiras para a arte, e então para o paranormal. É realmente irônico que os cépticos do início dos anos 90 tenham se tornado os artistas mágicos do próximo milênio.

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